Criação de valor em operadoras de planos de saúde: uma análise sob a perspectiva da regulação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS)

dc.creatorEwerton Alex Avelar
dc.creatorAntônio Artur de Souza
dc.creatorHudson Fernandes Amaral
dc.date.accessioned2023-05-24T20:40:28Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:55:11Z
dc.date.available2023-05-24T20:40:28Z
dc.date.issued2018-11
dc.identifier.isbn2177-3866
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/53909
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofSeminários em Administração - SEMEAD
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSaúde suplementar
dc.subjectAdministração de empresas
dc.subjectAgência Nacional de Saúde Suplementar (Brasil)
dc.subject.otherCriação de valor Operadoras de planos de saúde (OPS)
dc.subject.otherCriação de valor
dc.subject.otherRegulação da Agência Nacional de Saúde Suplementar
dc.titleCriação de valor em operadoras de planos de saúde: uma análise sob a perspectiva da regulação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS)
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage16
local.citation.issue21
local.citation.spage1
local.description.resumoIntrodução No atual ambiente competitivo, a criação de valor passou a ser um dos maiores objetivos dos negócios. Nesse contexto, surgiu o conceito de valor econômico agregado (VEA). Porém, apesar da importância dada a decisões de investimento e seu impacto na criação de valor das organizações, há uma escassez de estudos que abordem esse fenômeno em operadoras de planos de saúde (OPS) brasileiras. Salienta-se que estas são intensamente reguladas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que influencia significativamente nas decisões financeiras, inclusive de investimentos, de tais organizações. Problema de Pesquisa e Objetivo O estudo apresentado neste artigo visou responder ao seguinte problema de pesquisa: A regulação da ANS teve influência sobre a criação de valor em diferentes modalidades de OPS no período de 2010 a 2016? Nesse sentido, o objetivo geral do estudo foi analisar as variáveis que influenciaram a criação de valor em OPS sob a perspectiva da regulação da ANS entre os anos de 2010 e 2016. Fundamentação Teórica Largania et al. (2012) destacam que, sob a perspectiva da criação de valor, as métricas tradicionais da Contabilidade não seriam tão adequadas. Nesse contexto, surge o conceito de valor econômico agregado (VEA), uma medida de criação de valor relacionada ao desempenho operacional da organização. Apesar de sua importância para o sistema de saúde brasileiro, há uma escassez de estudos sobre o VEA em OPS. Salienta-se que estas são organizações intensamente reguladas pela ANS (GERSCHMAN et al., 2012). Para Veloso e Malik (2010), essa regulação influencia de forma significativa as decisões nas OPS. Metodologia A pesquisa ser classificada como quantitativa, descritiva e causal. A amostra empregada consistiu em OPS das modalidades Autogestão (AUT), Cooperativas médicas (COM), Filantropia (FIL) e Medicina de Grupo (MDG), que apresentaram seus dados publicamente ao longo do período de estudo (2010 a 2016). Foram empregados dados secundários e propostas variáveis relacionadas à regulação para a análise de criação de valor (decisões de investimento) nas organizações estudadas. As técnicas de análise empregadas foram: análise de conteúdo, estatística descritiva e a análise de regressão com dados em painel. Análise dos Resultados Verificou-se que, em geral, as OPS criaram mais valor do que destruíram (com exceção daquelas da modalidade Filantropia). No que se refere às variáveis relacionadas à regulação, duas variáveis contribuíram consistentemente para a criação de valor de diferentes modalidades de OPS: maior proporção de planos coletivos (variável COL) e maior proporção de planos antigos (variável ANT) em suas carteiras. Já a atuação na Região 4 tendeu a criar valor em operadoras da modalidade COM e destruir valor em OPS filantrópicas. Apenas 2 variáveis regulatórias não foram significantes em algum modelo. Conclusão Concluiu-se que as normas da ANS afetaram, de diferentes formas, as distintas modalidades de operadora, no que tange à criação de valor. Quase todas as variáveis regulatórias se mostraram significantes em diversos contextos e seus efeitos variaram dependendo da modalidade da OPS. Demonstra-se, assim, a relevância de se considerar as especificidades de cada uma delas nas análises. Ademais, pode-se dizer que a maior flexibilidade da regulação da ANS tendeu a beneficiar as OPS em termos de criação de valor. Referências Bibliográficas GERSCHMAN, S. et al. O papel necessário da Agência Nacional de Saúde Suplementar na regulação das relações entre operadoras de planos de saúde e prestadores de serviços. Revista de Saúde Coletiva, Rio de Janeiro, v. 22, n. 2, p. 463-476, 2012. LARGANIA, M. S.; KAVIANI, M.; ABDOLLAHPOUR, S. A review of the application of the concept of Shareholder Value Added (SVA) in financial decisions. Procedia - Social and Behavioral Sciences, v. 40, p. 490-497, 2012. VELOSO, G. G.; MALIK, A. M. Análise do desempenho econômico-financeiro de empresas de saúde. RAE-eletrônica, v. 9, n. 1, art. 2, 2010.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENG - DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA PRODUÇÃO
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://login.semead.com.br/21semead/anais/arquivos/903.pdf

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