Inibição da secreção pulsátil de hormônio luteinizante pelos neurônios dopaminérgicos tuberoinfundibulares: papel fisiológico e na infertilidade induzida por hiperprolactinemia

dc.creatorDaniela de Oliveira Gusmão
dc.date.accessioned2021-05-13T20:06:52Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:27:38Z
dc.date.issued2021-02-11
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/35965
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Restrito
dc.subjectFisiologia e Farmacologia
dc.subjectDopamina
dc.subjectProlactina
dc.subjectHormônio luteinizante
dc.subjectHiperprolactinemia
dc.subjectInfertilidade
dc.subject.otherDopamina
dc.subject.otherProlactina
dc.subject.otherHormônio luteinizante
dc.subject.otherHiperprolactinemia
dc.subject.otherInfertilidade
dc.subject.otherDREADD
dc.titleInibição da secreção pulsátil de hormônio luteinizante pelos neurônios dopaminérgicos tuberoinfundibulares: papel fisiológico e na infertilidade induzida por hiperprolactinemia
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Raphael Escorsim Szawka
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/0510186251387892
local.contributor.referee1Renata Frazão
local.contributor.referee1Fernando Marcos dos Reis
local.contributor.referee1Egberto Gaspar de Moura
local.contributor.referee1Lucila Leico Kagohara Elias
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4313493573526364
local.description.embargo2022-02-11
local.description.resumoA hiperprolactinemia suprime a secreção pulsátil do hormônio luteinizante (LH), o que causa infertilidade em homens e mulheres. Entretanto, os neurônios produtores do hormônio liberador de gonadotrofina (GnRH), os quais controlam a secreção de LH, não apresentam receptores para prolactina (PRL), o que sugere uma modulação neuroendócrina indireta da PRL sobre estes neurônios. A PRL regula a própria secreção por meio da ativação dos neurônios dopaminérgicos tuberoinfundibulares (TIDA), uma vez que esses liberam dopamina na eminência mediana (ME), que inibe a secreção de PRL. Neste trabalho, investigamos se a dopamina proveniente dos neurônios TIDA do núcleo arqueado do hipotálamo (ARC) estaria envolvida na inibição da secreção de LH em situações fisiológica e de hiperprolactinemia. Para demonstrar ação dos neurônios TIDA sobre a secreção de LH, realizamos ativação seletiva destes neurônios por meio do uso de DREADDs em ratos que expressam Cre-recombinase sob o controle do promoter da enzima tirosina hidroxilase (TH-Cre). De fato, encontramos redução da amplitude dos pulsos de LH em resposta à ativação dos neurônios TIDA. Em busca da função fisiológica deste efeito, avaliamos a participação destes neurônios sobre a pulsatilidade de LH e a fertilidade em ratas ciclando. Para tanto, induzimos lesão seletiva dos neurônios TIDA com 6-hidroxidopamina (6-OHDA). A lesão aumentou a amplitude dos pulsos de LH, pronunciadamente, o que foi acompanhado do aumento dos níveis de estradiol (E2) e do número de corpos lúteos. Em experimento subsequente, determinamos o efeito agudo da PRL sobre a atividade dos neurônios TIDA em ratas ovariectomizadas (OVX) tratadas com E2 (OVX+E2). A PRL ovina (oPRL) aumentou seletivamente a atividade dos terminais dos neurônios TIDA na ME aos 30 e 60 min após a injeção intracerebroventricular em associação a inibição das concentrações plasmáticas de PRL e LH. Por fim, avaliamos se o bloqueio dopaminérgico afetaria a inibição da secreção pulsátil de LH pela PRL em modelo de hiperprolactinemia aguda. Para tanto, realizou-se injeção subcutânea aguda de oPRL precedida da administração icv de antagonista de receptor dopaminérgico do tipo D2 (sulpirida) ou D1 (SCH23390) em ratas OVX+E2. Como esperado, a oPRL reduziu a frequência e amplitude dos pulsos LH e o LH médio. A sulpirida preveniu a redução da amplitude dos pulsos e do LH médio pela oPRL, enquanto o SCH23390 preveniu a inibição da amplitude dos pulsos. Desta forma, nossos resultados demonstram que a dopamina dos neurônios TIDA inibe a secreção pulsátil de LH em situações fisiológicos e de hiperprolactinemia. Estes achados sugerem uma nova via pela qual a PRL pode suprimir a secreção de LH e causar infertilidade.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICB - INSTITUTO DE CIÊNCIAS BIOLOGICAS
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Ciências Biológicas - Fisiologia e Farmacologia

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