Prematuridade extrema em uma unidade pública de referência: morbidade, viabilidade e mortalidade

dc.creatorPatrícia Fabiane Monteiro Laranjeira
dc.creatorVanessa de Carla Batista Dos Santos
dc.creatorJanaína da Silva Nogueira
dc.creatorAna Clara Monteiro Laranjeira
dc.creatorGabriel Monteiro Amorim
dc.creatorRafael Monteiro Laranjeira
dc.creatorKevan Guilherme Nóbrega Barbosa
dc.date.accessioned2024-07-19T21:53:20Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:00:48Z
dc.date.available2024-07-19T21:53:20Z
dc.date.issued2022
dc.description.abstractPremature birth is a public health problem due to the high mortality rate associated and risk of severe disabilities throughout life. The objective was to evaluate the morbidity and mortality in a high-risk maternity hospital and knowing the threshold of viability. The sample was selected in four stages: identification, selection, stratification of preterm infants by gestational age and birth weight, and structured data collection. Neonates up to 31 weeks of gestational age who had a death outcome were evaluated from August 2015 to August 2020 through a retrospective survey based on the descriptive analysis of variables related to pregnancy, childbirth, and the newborn. Absolute and relative percentages were described for the categorical variables and calculated mean, median and standard deviation, minimum and maximum value for continuous quantitative variables. Most newborns had a small gestational age (56.3%), extremely low birth weight (39.8%), and presented with asphyxia (38.7%). The main morbidities were respiratory distress syndrome (100%) and sepsis (40.6%). The overall mortality rate was 55.9% from 26% at 31 weeks to 100% at 22 weeks; most deaths (56.3%) occurred between 22 and 27 weeks. Of the 266 deaths, 25 (9.3%) still occurred in the delivery room and 237 (89%) in the neonatal unit. The early mortality rate was 0.77 deaths per 1,000 live births, and the late mortality rate was 0.22 deaths per 1,000 live births. Viability’s limit found was 28 weeks. Death, in addition to fetal characteristics, was influenced by a series of modifiable risk factors.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttp://doi.org/10.33448/rsd-v11i6.29468
dc.identifier.issn25253409
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/71132
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofResearch, Society and Development
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectRecém-Nascido Prematuro
dc.subjectMorbidade
dc.subjectMortalidade
dc.subject.otherRecém-Nascido Prematuro
dc.subject.otherMorbidade
dc.subject.otherMortalidade
dc.subject.otherViabilidade Fetal
dc.titlePrematuridade extrema em uma unidade pública de referência: morbidade, viabilidade e mortalidade
dc.title.alternativeExtreme prematurity in a public reference unit: morbidity, viability and mortality
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.issue6
local.citation.spagee58311629468
local.citation.volume11
local.description.resumoO nascimento prematuro é um problema de saúde pública, pela elevada mortalidade e pelo risco de deficiências graves ao longo da vida. O objetivo foi avaliar a morbidade e a mortalidade numa maternidade de alto risco e conhecer o limiar de viabilidade. A amostra foi selecionada em quatro estágios: identificação, seleção, estratificação dos prematuros por idade gestacional e peso de nascimento e preenchimento de formulário estruturado. Foram avaliados neonatos até 31 semanas que tiveram desfecho óbito, no período de agosto de 2015 a agosto de 2020, através de levantamento retrospectivo, baseado na análise descritiva de variáveis relacionadas à gestação, ao parto e ao recém-nascido. Foram descritos percentuais absolutos e relativos para as variáveis categóricas e cálculo de média, mediana e desvio-padrão, valor mínimo e máximo para as quantitativas contínuas. A maioria dos neonatos tinha baixa idade gestacional (56,3%), extremo baixo peso (39,8%) e sofreu asfixia (38,7%). As principais morbidades foram a síndrome do desconforto respiratório (100%) e a sepse (40,6%). O óbito atingiu 55,9% dos prematuros extremos. A mortalidade variou de 26% com 31 semanas a 100% com 22 semanas, a maioria (56,3%) entre 22 e 27 semanas. Dos 266 óbitos, 25 (9,3%) ocorreram na sala de parto e 237 (89%), na unidade neonatal. O índice de mortalidade precoce foi de 0,77 óbitos por 1.000 nascidos-vivos e o tardio, de 0,22 óbitos por 1.000 nascidos-vivos. O limite de viabilidade encontrado foi de 28 semanas. O óbito, além das características fetais, sofreu a influência de uma série de fatores passíveis de intervenção.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-9604-0573
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-3990-327X
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-5125-982X
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-5306-3804
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-8282-4526
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-7609-6868
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-9410-7356
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAO - DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA SOCIAL E PREVENTIVA
local.publisher.initialsUFMG

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