A terra jurou não esconder nada

dc.creatorMaria Cecília Rocha Couto Gomes
dc.date.accessioned2024-02-02T17:13:47Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:28:00Z
dc.date.available2024-02-02T17:13:47Z
dc.date.issued2023-12-22
dc.description.abstractThe title is a saying used by residents of Nova Lima (Minas Gerais) to express their discontent with the repression of the military dictatorship in the city as well as their attachment to the land. The research is concerned with the how residents of the Mingú neighborhood deal with the omnipresence of mining in their daily socio-spatial life. The neighborhood, built to house mining company workers, is located on a hillside between a gold mine that operated from the 19th century until 2003 and a gold and sulfuric acid processing industry that still operates. The text is structured around narratives articulating data from the historical and current context of the socio-spatial group, obtained through interviews and activities with residents, and research into historical sources. It describes the processes by which people, in their daily practices, sometimes face up to the problems generated by mining, and sometimes accommodate themselves, according to the horizon of expectations and objectives they develop, even in an unstable context marked by heteronomy, expropriation and other forms of violence. This constitution of the socio-spatial group informs the discussion on the production of disasters by mining — understood as comprehensive processes and not as natural events, isolated in time and space — in the continuum between extractivism and neo-extractivism.
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/63702
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectMinas e recursos minerais
dc.subjectMineiros (Profissão)
dc.subjectNova Lima (MG)
dc.subject.otherMineração
dc.subject.otherDesastre
dc.subject.otherGrupo sócio-espacial
dc.subject.otherNavegação social
dc.subject.otherExpropriação
dc.subject.otherNova Lima
dc.titleA terra jurou não esconder nada
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Ana Paula Baltazar dos Santos
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/4628386186163950
local.contributor.referee1Silke Kapp
local.contributor.referee1Andréa Luisa Zhouri Laschefski
local.contributor.referee1Andréa Casa Nova Maia
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4695515531486402
local.description.resumoO título é um dito usado por moradores de Nova Lima (Minas Gerais) para expressar a indignação com a repressão da ditadura militar na cidade e seu atrelamento à terra. A pesquisa aborda a forma como moradores do bairro Mingú lidam com a onipresença da mineração no cotidiano sócio-espacial. O bairro, construído para abrigar operários da mineradora, está localizado numa encosta entre uma mina de ouro que funcionou desde o século XIX até o ano de 2003 e uma indústria de beneficiamento de ouro e ácido sulfúrico que ainda opera. A dissertação está estruturada em torno de narrativas articulando dados do contexto histórico e atual do grupo sócio-espacial, obtidos por meio de entrevistas e atividades com os moradores, e de uma pesquisa em fontes históricas. São descritos os processos pelos quais as pessoas, nas práticas cotidianas, ora enfrentam pontualmente os problemas gerados pela mineração, ora se acomodam, de acordo com o horizonte de expectativas e objetivos que elaboram mesmo inseridas num contexto instável, marcado pela heteronomia, expropriação e outras formas de violência. Tal constituição do grupo sócio-espacial informa a discussão sobre a produção dos desastres pela mineração — entendidos como processos abrangentes e não como eventos naturais, isolados no tempo e no espaço — na continuidade entre extrativismo e neoextrativismo.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-9391-7656
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentARQ - ESCOLA DE ARQUITETURA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo

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