Iniquidades no edentulismo entre adultos e idosos: uma comparação entre as regiões brasileiras

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Resumo

Objetivou-se comparar iniquidades socioeconômicas do edentulismo nos adultos e idosos entre as cinco regiões brasileiras. Foram analisados dados de 9779 adultos e 7619 idosos obtidos no levantamento nacional de saúde bucal - SB Brasil (2010). O edentulismo foi definido pela ausência dos 32 dentes. Prevalência de edentulismo ajustada por sexo e idade foi estimada para cada nível de escolaridade (0-3, 4-7, 8-11, > 12 anos de estudo) e renda (até 1, 1-2, 3-4, > 5 salários mínimos). A magnitude relativa e absoluta da iniquidade entre os maiores e menores níveis de escolaridade e renda foi estimada pelo Relative Index of Inequality (RII) e Slope Index of Inequality (SII), respectivamente. Metanálise foi empregada para avaliar a variabilidade das desigualdades entre as regiões. Maior prevalência de edentulismo foi observada entre aqueles com menor nível educacional e renda. A metanálise evidenciou homogeneidade nas desigualdades educacionais absolutas (SII) e relativas (RII) entre as regiões (I2 = 0,0%). Considerando a renda, houve heterogeneidade na magnitude da iniquidade entre adultos (I2 = 59,8%, p = 0,041) e idosos (I2 = 61,5%, p = 0,034). Maior desigualdade absoluta e relativa por renda foi observada na região nordeste para adultos (SII = -0,11: IC95% = -0,17, -0,05; RII = 0,05: IC95% = 0,01.0.17) e idosos (SII = -0,46: IC = 0,59, -0,33; RII = 0,43: IC95% = 0,34,0,54). Há um gradiente social do edentulismo em todas as regiões brasileiras e a maior iniquidade entre os indivíduos com maior e menor renda foi observada na região Nordeste do Brasil.

Abstract

Assunto

Fatores socioeconômicos, Arcada edêntula, Prevalência

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https://www.sbpqo.org.br/hotsite2020/anais.asp

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