Iniquidades no edentulismo entre adultos e idosos: uma comparação entre as regiões brasileiras

dc.creatorFernanda Lamounier Campos
dc.creatorLorrany Gabriela Rodrigues
dc.creatorGabriela Aparecida Caldeira Rhodes
dc.creatorAnna Rachel dos Santos Soares
dc.creatorLuisa Rodrigues de Abreu Carvalho
dc.creatorLoliza Luiz Figueiredo Houri Chalub
dc.creatorRaquel Conceição Ferreira
dc.date.accessioned2025-08-22T21:13:59Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:49:23Z
dc.date.available2025-08-22T21:13:59Z
dc.date.issued2020
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn1807-3107
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/84529
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartof37 Reunião Anual da Sbpqo
dc.rightsAcesso Restrito
dc.subjectFatores socioeconômicos
dc.subjectArcada edêntula
dc.subjectPrevalência
dc.titleIniquidades no edentulismo entre adultos e idosos: uma comparação entre as regiões brasileiras
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage377
local.citation.issue37
local.citation.spage377
local.description.resumoObjetivou-se comparar iniquidades socioeconômicas do edentulismo nos adultos e idosos entre as cinco regiões brasileiras. Foram analisados dados de 9779 adultos e 7619 idosos obtidos no levantamento nacional de saúde bucal - SB Brasil (2010). O edentulismo foi definido pela ausência dos 32 dentes. Prevalência de edentulismo ajustada por sexo e idade foi estimada para cada nível de escolaridade (0-3, 4-7, 8-11, > 12 anos de estudo) e renda (até 1, 1-2, 3-4, > 5 salários mínimos). A magnitude relativa e absoluta da iniquidade entre os maiores e menores níveis de escolaridade e renda foi estimada pelo Relative Index of Inequality (RII) e Slope Index of Inequality (SII), respectivamente. Metanálise foi empregada para avaliar a variabilidade das desigualdades entre as regiões. Maior prevalência de edentulismo foi observada entre aqueles com menor nível educacional e renda. A metanálise evidenciou homogeneidade nas desigualdades educacionais absolutas (SII) e relativas (RII) entre as regiões (I2 = 0,0%). Considerando a renda, houve heterogeneidade na magnitude da iniquidade entre adultos (I2 = 59,8%, p = 0,041) e idosos (I2 = 61,5%, p = 0,034). Maior desigualdade absoluta e relativa por renda foi observada na região nordeste para adultos (SII = -0,11: IC95% = -0,17, -0,05; RII = 0,05: IC95% = 0,01.0.17) e idosos (SII = -0,46: IC = 0,59, -0,33; RII = 0,43: IC95% = 0,34,0,54). Há um gradiente social do edentulismo em todas as regiões brasileiras e a maior iniquidade entre os indivíduos com maior e menor renda foi observada na região Nordeste do Brasil.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-4772-8088
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-9531-5392
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-7111-6567
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-1232-1712
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-9005-4480
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-0892-9047
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-8897-9345
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAO - DEPARTAMENTO DE CLÍNICA
local.publisher.departmentFAO - DEPARTAMENTO DE ODONTOLOGIA SOCIAL E PREVENTIVA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.sbpqo.org.br/hotsite2020/anais.asp

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