Torneamento do ferro fundido cinzento com ferramentas de corte texturizadas

dc.creatorCarlos Artur Alevato Leal
dc.date.accessioned2019-08-11T10:26:35Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:03:43Z
dc.date.available2019-08-11T10:26:35Z
dc.date.issued2015-12-16
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-A8ZQUM
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectUsinagem
dc.subjectEngenharia mecânica
dc.subjectAspereza de superficie
dc.subjectMáquinas-ferramenta
dc.subjectFluidos de corte
dc.subject.otherTexturização a laser
dc.subject.otherRugosidade
dc.subject.otherTorneamento
dc.subject.otherVida da ferramenta
dc.subject.otherMínima quantidade de fluido de corte
dc.subject.otherForça de usinagem
dc.titleTorneamento do ferro fundido cinzento com ferramentas de corte texturizadas
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Alexandre Mendes Abrao
local.description.resumoEm todo o mundo é comum o uso da operação de torneamento na indústria manufatureira, por isso, diversos estudos são realizados para melhorias neste processo. Atualmente, existe um grande foco em ferramentas com superfícies texturizadas artificialmente para aumentar seu desempenho em diversos processos da usinagem. O presente trabalho investiga o processo de torneamento de um ferro fundido cinzento com pastilhas de metal duro que foram submetidas à texturização a laser (Light Amplification by Stimulated Emission of Radiation) na aresta de corte chanfrada, sendo produzidas três variações de texturas (cavidades semiesféricas). Também foi utilizado um grupo de pastilhas chanfradas sem texturização para comparação com as pastilhas modificadas. Os experimentos foram divididos em dois grupos: torneamento a seco e torneamento com a utilização do sistema de mínima quantidade de fluido de corte (MQF). Este trabalho avaliou a variação da textura da ferramenta sobre: a força de usinagem, a rugosidade da peça torneada, o cavaco produzido e o desgaste de flanco dos insertos. Os resultados obtidos indicaram que no corte a seco o uso de texturas não é vantajoso para a redução da força de usinagem e da rugosidade. As texturas só são interessantes com o uso do sistema de MQF, mas apenas para alguns valores de velocidade de corte, avanço e profundidade de usinagem. Além disso, o uso da mínima quantidade de fluido de corte propicia um aumento considerável da vida de todas as ferramentas testadas, principalmente, para as de texturas com maior número de cavidades. Mas esta redução do desgaste não está vinculada a uma redução da força de usinagem ou da rugosidade da peça.
local.publisher.initialsUFMG

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