A relevância do fator eficiência em fundos de investimento: uma análise no mercado de capitais brasileiro

dc.creatorSimone Evangelista Fonseca
dc.creatorCarolina Magda da Silva Roma
dc.creatorRobert Aldo Iquiapaza
dc.date.accessioned2023-08-22T14:12:28Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:35:26Z
dc.date.available2023-08-22T14:12:28Z
dc.date.issued2019-07
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/58053
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofEncontro Brasileiro de Finanças
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectInvestimentos
dc.subjectFundos de investimento
dc.subjectAdministração de empresas
dc.subjectFinanças
dc.subject.otherEficiência
dc.subject.otherFundos de Investimento
dc.subject.otherDEA
dc.subject.otherPrecificação
dc.titleA relevância do fator eficiência em fundos de investimento: uma análise no mercado de capitais brasileiro
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage22
local.citation.issue19
local.citation.spage1
local.description.resumoA gestão do risco na seleção de ativos de investimento representa um desafio constante para os agentes do mercado de capitais. Estimar os diversos fatores que influenciam o desempenho dos ativos de investimento não corresponde a uma tarefa simples para investidores. Esse artigo tem como objetivo incorporar um fator de risco aos modelos tradicionais de precificação de ativos na análise de fundos brasileiros de investimento em ações. O fator deriva da eficiência dos fundos estimada a partir da técnica de programação linear Data Envelopment Analysis (DEA). A proposta se constituiu a partir do estudo de Rubio, Maroney e Hassan (2018), que estimam o novo fator na indústria americana com os modelos Capital Asset Pricing Model (CAPM) e de quatro fatores de Carhart (1997). Em contrapartida, neste estudo foram considerados inicialmente 1.526 fundos brasileiros de investimento, das categorias ações livre, índice ativo e dividendos, no período de janeiro de 2000 a janeiro de 2018. O fator proveniente da eficiência foi incorporado ao CAPM, modelos de três, quatro e cinco fatores. Os resultados indicaram que o fator de eficiência do DEA foi estatisticamente significativo ao ser incluído em todos os modelos estimados, no entanto, não melhora a capacidade explicativa dos modelos e não compõem uma estratégia viável de investimento para o contexto de mercado de capitais brasileiro. Nesse caso, os testes de estimativa por regressões cross-section indicaram ainda estratégias de investimento com maior potencial e viabilidade àquelas pautadas nos fatores de risco proveniente do valor, momento das ações e lucratividade das empresas de capital aberto do Brasil.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://sbfin.org.br/files/quinta-feira_04_de_julho_manha.pdf

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