Estresse ocupacional: estudo com profissionais técnico-administrativos de um hospital universitário mineiro

dc.creatorLuciano Zille
dc.creatorGisele Ferreira Pinto Siqueira Pereira
dc.creatorKelly de Morais
dc.date.accessioned2022-03-11T18:43:10Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:57:36Z
dc.date.available2022-03-11T18:43:10Z
dc.date.issued2017
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/40016
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofAnpad
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEstresse ocupacional
dc.subjectProfissionais técnico-administrativos
dc.subjectHospital universitário
dc.titleEstresse ocupacional: estudo com profissionais técnico-administrativos de um hospital universitário mineiro
dc.typeArtigo de evento
local.citation.issueEnanpad
local.description.resumoObjetivou analisar o estresse ocupacional em profissionais técnico-administrativos de um hospital universitário público mineiro. A teoria ancorou-se no modelo de explicação do estresse ocupacional, desenvolvido e validado por Zille (2005). A pesquisa foi descritiva e explicativa, por meio de estudo de caso quantitativo. Foram pesquisados 101 profissionais, correspondente a 70% da população. Os resultados indicaram que 70,6% apresentam quadros de estresse. Os sintomas prevalentes foram fadiga, ansiedade, dor nos músculos do pescoço e ombros. As fontes de tensão indicaram predominantemente a convivência com indivíduos estressados e desequilibrados emocionalmente. Os principais indicadores de impacto no trabalho foram a desmotivação e a dificuldade de lembrar fatos recentes, que anteriormente eram lembrados com naturalidade. Os mecanismos de regulação (coping) mais utilizados pelos indivíduos que não apresentaram manifestações de estresse foram a possibilidade de descansar nos finais de semana e feriados e gozar férias regularmente. As mulheres apresentaram, em média, estresse ocupacional superior ao dos homens. Em relação a saúde, observou-se que aqueles identificados com estresse, foram os que mais revelaram problemas nesta área. Identificou-se correlações significativas de média a grande intensidade, entre estresse ocupacional e fontes de tensão no trabalho, fontes de tensão do indivíduo, indicadores de impacto no trabalho e mecanismos de regulação. Com base na análise multivariada observou-se que maiores níveis nas fontes de tensão do indivíduo e menor atuação dos mecanismos de regulação levaram a elevação dos níveis de estresse ocupacional. Verificou-se também, que incrementos no estresse ocupacional levaram a aumento nos indicadores de impacto no trabalho.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentBIU - BIBLIOTECA UNIVERSITARIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://www.anpad.org.br/eventos.php?cod_evento=1&cod_evento_edicao=89&cod_edicao_subsecao=1453&cod_edicao_trabalho=23803

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