Fronteiras de Literatura e História: a escrita de Sérgio Buarque de Holanda em Caminhos e fronteiras

dc.creatorSilvana Seabra de Oliveira
dc.date.accessioned2019-08-09T16:37:38Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:11:34Z
dc.date.available2019-08-09T16:37:38Z
dc.date.issued2007-08-03
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECAP-75THAZ
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectLiteratura e história
dc.subjectHolanda, Sérgio Buarque de, 1902-1982 Caminhos e fronteiras Critica e interpretação
dc.subjectSão Paulo (Estado) História
dc.subjectBrasil História Período colonial 1500-1822
dc.subject.otherSérgio Buarque de Holanda
dc.subject.otherfronteria
dc.subject.otherHistória/literatura
dc.titleFronteiras de Literatura e História: a escrita de Sérgio Buarque de Holanda em Caminhos e fronteiras
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Luis Alberto Ferreira Brandao Santos
local.contributor.referee1Myriam Correa de Araujo Avila
local.contributor.referee1Silvana Maria Pessoa de Oliveira
local.contributor.referee1Candice Vidal e Souza
local.contributor.referee1Valter Sinder
local.description.resumoEsta tese analisa a escrita Sérgio Buarque de Holanda em Caminhos e fronteiras a partir do pressuposto de que as escritas históricas sempre se valem de recursos literários. O trabalho discute primeiramente as fronteiras entre a história e a literatura, pontua questões epistemológicas atuais desse debate e analisa a construção do discurso histórico ao longo dos séculos XIX e XX. Na análise de Caminhos e fronteiras, busca demonstrar seu débito para com as discussões sobre as bandeiras paulistas e seu caráter tenso ao tentar desenvolver-se no horizonte da construção nacional, tomando as culturas envolvidas nesse processo como equivalentes (para isso, Sérgio Buarque de Holanda apóia-se na teoria da fronteira de Frederick Turner). Essa tensão se revela num texto alongado, saturado de informações, que disseca a ocupação num procedimento similar ao anatômico, o qual, sugerimos, filia-se à sátira menipéia, tal como a definem Mikhail Bakthin e Northrop Frye. Considerando a tomada do território paulista como metonímia da produção da nação, esta tese ressalta o caráter autocontestatório de Caminhos e fronteiras, bem como sua conotação irônica, no sentido proposto por Hayden White e Richard Rorty.
local.publisher.initialsUFMG

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