A matemática da desigualdade, a (in)sustentabilidade da cidade - análise da qualidade de vida urbana do município de Belo Horizonte

dc.creatorLilian Lucchesi dos Santos
dc.date.accessioned2019-08-11T02:06:37Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:21:51Z
dc.date.available2019-08-11T02:06:37Z
dc.date.issued2018-02-05
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-AZXG28
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectPlanejamento urbano Belo Horizonte (MG)
dc.subjectQualidade de vida
dc.subjectCidades e vilas
dc.subjectDesenvolvimento sustentável
dc.subject.otherQualidade de Vida Urbana
dc.subject.otherMoradia Popular
dc.subject.otherDesigualdade
dc.subject.otherSustentabilidade
dc.titleA matemática da desigualdade, a (in)sustentabilidade da cidade - análise da qualidade de vida urbana do município de Belo Horizonte
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Eleonora Sad de Assis
local.description.resumoEste trabalho se propõe a discutir o conceito de sustentabilidade urbana e qualidade de vida urbana, tomando como parâmetro a metodologia desenvolvida para o município de Belo Horizonte, o Índice de Qualidade de Vida Urbana, IQVU-BH. Reconhecendo a importância da residência adequada para a qualidade de vida, será feito um mapeamento dos aglomerados que possuem moradias em situação de risco alto e muito alto, nas unidades administrativas do município, denotando a existência da desigualdade socio-espacial da ocupação do território. A análise dos dados da qualidade da avaliação das residências e dos números médios finais dos índices demonstrou discrepâncias entre a oferta e a demanda de residência adequada, em cada unidade administrativa. Finalmente, será feita uma proposta de criação de uma taxa de penalização do índice de qualidade, a ser aplicada nas unidades onde for detectada a desigualdade, representada pela proporção do número de imóveis inadequados e a população residente nos mesmos. As considerações finais reconhecem a dificuldade em formular indicadores que reflitam a realidade dos extremos. No entanto, em favor de uma cidade mais justa e sustentável, é preciso diminuir a distância que existe entre os extremos do município, garantindo o direito primordial de moradia adequada para toda a sociedade.
local.publisher.initialsUFMG

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