Papel das mutações do gene da aquaporina 4 no edema cerebral de etiologia traumática
| dc.creator | Ricardo Ribeiro Romeiro | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-11T23:20:17Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:44:46Z | |
| dc.date.available | 2019-08-11T23:20:17Z | |
| dc.date.issued | 2010-03-11 | |
| dc.description.abstract | Os traumas tornaram-se um importante problema social e de saúde pública, e são a segunda principal causa de morte nos grandes centros urbanos no Brasil e de alguns outros países do mundo. Edema cerebral e hemorragia são fatores envolvidos na determinação do quadro clínico e prognóstico da lesão cerebral traumática. O edema cerebral contribui significativamente para a morbidade e mortalidade após o trauma crâniencefálico. A descoberta dos canais de água, aquaporinas, forneceu novos e importantes conhecimentos sobre os mecanismos de permeabilidade da membrana, e alterou o entendimento da fisiologia do edema. A aquaporina-4 (AQP4) é uma proteína de canal de água fortemente expressa no cérebro, e agora temos provas abundantes de que esta proteína pode estar envolvida no desenvolvimento do edema cerebral. Variantes genéticas em outros membros da família das aquaporinas têm sido associadas a doenças do desequilíbrio da água. O objetivo deste estudo foi avaliar a freqüência de três variantes do gene que codifica a proteína aquaporina-4, e associá-las com o desfecho clínico de pacientes que sofreram traumatismos craniencefálicos. Cento e oitenta e quatro pacientes, que sofreram traumatismos craniencefálicos, foram avaliados em suas estadias no hospital, com relação às suas condições clínicas. O DNA extraído do sangue de veia periférica de cada paciente foi submetido a estudos de técnicas biológicas moleculares, sequenciamento e PCR em tempo real. Os resultados mostram que duas variantes da aquaporina 4 são raras e têm pouca relevância clínica. Outra variante que ocorre em região 3' não traduzida, de alta frequência entre diferentes populações, provavelmente tem um grande potencial para alterar o prognóstico de pacientes com edema cerebral | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/BUOS-8ETNY9 | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Neurologia | |
| dc.subject | Traumatismo | |
| dc.subject | Edema cerebral | |
| dc.subject | Aquaporina 4 | |
| dc.subject.other | Traumatismo craniencefálico | |
| dc.subject.other | Edema cerebral | |
| dc.subject.other | Aquaporina 4 | |
| dc.title | Papel das mutações do gene da aquaporina 4 no edema cerebral de etiologia traumática | |
| dc.type | Tese de doutorado | |
| local.contributor.advisor1 | Humberto Correa da Silva Filho | |
| local.contributor.referee1 | Jair Leopoldo Raso | |
| local.contributor.referee1 | Fernando Silva Neves | |
| local.contributor.referee1 | João Batista Macedo Vianna | |
| local.contributor.referee1 | Rodrigo Nicolato | |
| local.description.resumo | Os traumas tornaram-se um importante problema social e de saúde pública, e são a segunda principal causa de morte nos grandes centros urbanos no Brasil e de alguns outros países do mundo. Edema cerebral e hemorragia são fatores envolvidos na determinação do quadro clínico e prognóstico da lesão cerebral traumática. O edema cerebral contribui significativamente para a morbidade e mortalidade após o trauma crâniencefálico. A descoberta dos canais de água, aquaporinas, forneceu novos e importantes conhecimentos sobre os mecanismos de permeabilidade da membrana, e alterou o entendimento da fisiologia do edema. A aquaporina-4 (AQP4) é uma proteína de canal de água fortemente expressa no cérebro, e agora temos provas abundantes de que esta proteína pode estar envolvida no desenvolvimento do edema cerebral. Variantes genéticas em outros membros da família das aquaporinas têm sido associadas a doenças do desequilíbrio da água. O objetivo deste estudo foi avaliar a freqüência de três variantes do gene que codifica a proteína aquaporina-4, e associá-las com o desfecho clínico de pacientes que sofreram traumatismos craniencefálicos. Cento e oitenta e quatro pacientes, que sofreram traumatismos craniencefálicos, foram avaliados em suas estadias no hospital, com relação às suas condições clínicas. O DNA extraído do sangue de veia periférica de cada paciente foi submetido a estudos de técnicas biológicas moleculares, sequenciamento e PCR em tempo real. Os resultados mostram que duas variantes da aquaporina 4 são raras e têm pouca relevância clínica. Outra variante que ocorre em região 3' não traduzida, de alta frequência entre diferentes populações, provavelmente tem um grande potencial para alterar o prognóstico de pacientes com edema cerebral | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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