A vizinhança e o hábito de fumar cigarros na Região Metropolitana de Belo Horizonte para o ano de 2003
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Autor(es)
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Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
Descrição
Tipo
Dissertação de mestrado
Título alternativo
Primeiro orientador
Membros da banca
Maria Fernanda Furtado de Lima e Costa
Leonardo Mauricio Diniz
Davidson Pires de Lima
Claudia di Lorenzo Oliveira
Sandhi Maria Barreto
Leonardo Mauricio Diniz
Davidson Pires de Lima
Claudia di Lorenzo Oliveira
Sandhi Maria Barreto
Resumo
O objetivo do trabalho foi examinar a associação entre a satisfação com o entorno físico e social da vizinhança e o hábito de fumar cigarros. Foram utilizados dados do Inquérito de Saúde dos Adultos da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Os participantes do estudo (n = 12.299) foram selecionados por meio de amostra probabilística entre os residentes com 20 anos ou mais de idade. A variável resposta foi o hábito de fumar e a variável explicativa de interesse foi a percepção da vizinhança. Potenciais variáveis de confusão incluíram características demográficas, outros comportamentos em saúde e indicadores de posição socioeconômica. As prevalências de fumantes atuais, ex-fumantes e dos que nunca fumaram foram 20,8; 14,1 e 65,1%, respectivamente; 74,4% e 25,5% dos participantes foram categorizados como mais satisfeitos e menos satisfeitos com a vizinhança, respectivamente. Em comparação aos que jamais fumaram, os ex-fumantes (odds ratio ajustado = 1,40; intervalo de confiança de 95% 1,20 1,62) e os fumantes atuais (odds ratio ajustado = 1,17; intervalo de confiança de 95% 1,03 1,34) eram menos satisfeitos com a vizinhança em comparação aos que nunca fumaram. Os resultados deste trabalho mostraram que existe associação independente entre o hábito de fumar e pior percepção da vizinhança na região metropolitana de Belo Horizonte, que independe de características individuais, tradicionalmente reportadas como associadas ao hábito de fumar.
Abstract
O objetivo do trabalho foi examinar a associação entre a satisfação com o entorno físico e social da vizinhança e o hábito de fumar cigarros. Foram utilizados dados do Inquérito de Saúde dos Adultos da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Os participantes do estudo (n = 12.299) foram selecionados por meio de amostra probabilística entre os residentes com 20 anos ou mais de idade. A variável resposta foi o hábito de fumar e a variável explicativa de interesse foi a percepção da vizinhança. Potenciais variáveis de confusão incluíram características demográficas, outros comportamentos em saúde e indicadores de posição socioeconômica. As prevalências de fumantes atuais, ex-fumantes e dos que nunca fumaram foram 20,8; 14,1 e 65,1%, respectivamente; 74,4% e 25,5% dos participantes foram categorizados como mais satisfeitos e menos satisfeitos com a vizinhança, respectivamente. Em comparação aos que jamais fumaram, os ex-fumantes (odds ratio ajustado = 1,40; intervalo de confiança de 95% 1,20 1,62) e os fumantes atuais (odds ratio ajustado = 1,17; intervalo de confiança de 95% 1,03 1,34) eram menos satisfeitos com a vizinhança em comparação aos que nunca fumaram. Os resultados deste trabalho mostraram que existe associação independente entre o hábito de fumar e pior percepção da vizinhança na região metropolitana de Belo Horizonte, que independe de características individuais, tradicionalmente reportadas como associadas ao hábito de fumar.
Assunto
Regiões metropolitanas, Percepção social, Cigarros Vicio, Fatores socioeconômicos, Drogas ilícitas, Inqueritos epidemiólogicos, Meio social, Distribuição espacial da população, Prevalência, Incidência, Hábito de fumar
Palavras-chave
Habitação, Percepção social, Percepção, Distribuição espacial da população, Inquéritos epidemiológicos, Hábito de fumar