A vizinhança e o hábito de fumar cigarros na Região Metropolitana de Belo Horizonte para o ano de 2003

dc.creatorRicardo Alexandre de Souza
dc.date.accessioned2019-08-10T18:34:09Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:53:55Z
dc.date.available2019-08-10T18:34:09Z
dc.date.issued2009-02-18
dc.description.abstractO objetivo do trabalho foi examinar a associação entre a satisfação com o entorno físico e social da vizinhança e o hábito de fumar cigarros. Foram utilizados dados do Inquérito de Saúde dos Adultos da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Os participantes do estudo (n = 12.299) foram selecionados por meio de amostra probabilística entre os residentes com 20 anos ou mais de idade. A variável resposta foi o hábito de fumar e a variável explicativa de interesse foi a percepção da vizinhança. Potenciais variáveis de confusão incluíram características demográficas, outros comportamentos em saúde e indicadores de posição socioeconômica. As prevalências de fumantes atuais, ex-fumantes e dos que nunca fumaram foram 20,8; 14,1 e 65,1%, respectivamente; 74,4% e 25,5% dos participantes foram categorizados como mais satisfeitos e menos satisfeitos com a vizinhança, respectivamente. Em comparação aos que jamais fumaram, os ex-fumantes (odds ratio ajustado = 1,40; intervalo de confiança de 95% 1,20 1,62) e os fumantes atuais (odds ratio ajustado = 1,17; intervalo de confiança de 95% 1,03 1,34) eram menos satisfeitos com a vizinhança em comparação aos que nunca fumaram. Os resultados deste trabalho mostraram que existe associação independente entre o hábito de fumar e pior percepção da vizinhança na região metropolitana de Belo Horizonte, que independe de características individuais, tradicionalmente reportadas como associadas ao hábito de fumar.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-A4ME6F
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectRegiões metropolitanas
dc.subjectPercepção social
dc.subjectCigarros Vicio
dc.subjectFatores socioeconômicos
dc.subjectDrogas ilícitas
dc.subjectInqueritos epidemiólogicos
dc.subjectMeio social
dc.subjectDistribuição espacial da população
dc.subjectPrevalência
dc.subjectIncidência
dc.subjectHábito de fumar
dc.subject.otherHabitação
dc.subject.otherPercepção social
dc.subject.otherPercepção
dc.subject.otherDistribuição espacial da população
dc.subject.otherInquéritos epidemiológicos
dc.subject.otherHábito de fumar
dc.titleA vizinhança e o hábito de fumar cigarros na Região Metropolitana de Belo Horizonte para o ano de 2003
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Claudia di Lorenzo Oliveira
local.contributor.advisor1Fernando Augusto Proietti
local.contributor.referee1Maria Fernanda Furtado de Lima e Costa
local.contributor.referee1Leonardo Mauricio Diniz
local.contributor.referee1Davidson Pires de Lima
local.contributor.referee1Claudia di Lorenzo Oliveira
local.contributor.referee1Sandhi Maria Barreto
local.description.resumoO objetivo do trabalho foi examinar a associação entre a satisfação com o entorno físico e social da vizinhança e o hábito de fumar cigarros. Foram utilizados dados do Inquérito de Saúde dos Adultos da Região Metropolitana de Belo Horizonte. Os participantes do estudo (n = 12.299) foram selecionados por meio de amostra probabilística entre os residentes com 20 anos ou mais de idade. A variável resposta foi o hábito de fumar e a variável explicativa de interesse foi a percepção da vizinhança. Potenciais variáveis de confusão incluíram características demográficas, outros comportamentos em saúde e indicadores de posição socioeconômica. As prevalências de fumantes atuais, ex-fumantes e dos que nunca fumaram foram 20,8; 14,1 e 65,1%, respectivamente; 74,4% e 25,5% dos participantes foram categorizados como mais satisfeitos e menos satisfeitos com a vizinhança, respectivamente. Em comparação aos que jamais fumaram, os ex-fumantes (odds ratio ajustado = 1,40; intervalo de confiança de 95% 1,20 1,62) e os fumantes atuais (odds ratio ajustado = 1,17; intervalo de confiança de 95% 1,03 1,34) eram menos satisfeitos com a vizinhança em comparação aos que nunca fumaram. Os resultados deste trabalho mostraram que existe associação independente entre o hábito de fumar e pior percepção da vizinhança na região metropolitana de Belo Horizonte, que independe de características individuais, tradicionalmente reportadas como associadas ao hábito de fumar.
local.publisher.initialsUFMG

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