Acesso ao serviço odontológico em área de elevado risco do Centro de Saúde Salgado Filho

dc.creatorAdriana de Azevedo Jannotti
dc.date.accessioned2019-08-10T01:08:59Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:00:13Z
dc.date.available2019-08-10T01:08:59Z
dc.date.issued2009-11-28
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUBD-97HGW2
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAcesso aos serviços de saúde
dc.subjectAcolhimento
dc.subjectServiço de saúde bucal
dc.subjectAvaliação de serviços de saúde
dc.subject.otherAcesso
dc.subject.otherAcolhimento
dc.subject.otherServiço odontológico
dc.titleAcesso ao serviço odontológico em área de elevado risco do Centro de Saúde Salgado Filho
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Enia Salles Rocha
local.description.resumoO acesso e o acolhimento são importantes etapas do processo de trabalho, que geram incremento da capacidade operacional no serviço odontológico, ampliando as respostas às necessidades da população, principalmente a de elevado risco. Este estudo teve por objetivo ampliar o acesso em atendimento odontológico aos usuários de risco elevado da área de abrangência do Centro de Saúde Salgado Filho (CSSF), buscando conhecer os fatores que interferem na utilização do serviço. A amostra foi obtida por 80 moradores da Vila Ambrosina, região de abrangência da equipe 1 do CSSF, no período de maio a julho de 2009. Os usuários que concordaram em participar da pesquisa assinaram um Termo de consentimento livre e esclarecido. Para levantamento de dados foi aplicado questionário que continha 23 perguntas, sendo 4 perguntas para conhecer o perfil sócio-demográfico desta população, 9 perguntas para conhecer o acesso ao serviço de saúde bucal, 4 perguntas sobre auto-percepção quanto à sua saúde bucal e 6 perguntas sobre avaliação do tratamento recebido. As informações coletadas foram armazenadas e organizadas em banco de dados utilizando-se aplicativo Excel, versão 2009. Observou-se que a maioria da população-base de estudo foi de mulheres (70%) na faixa etária entre 45-64 anos (35%). Em relação à dimensão acesso ao serviço de saúde bucal, apesar de tratar-se de área de elevado risco, 95% dos entrevistados já foi ao dentista, sendo que 41,3% destes há menos de um ano. Dos tratamentos odontológicos realizados, 40% se deram em consultório particular e 50% em serviço público. Os principais motivos observados relativos à procura por atendimento foram: extração dental, limpeza dos dentes/ tártaro e cárie. Em relação ao uso do serviço odontológico, 60% dos entrevistados ainda não receberam tratamento nesta unidade. Dos 40% que utilizaram o serviço, 90,6% dizem ter sido bem atendidos. Apenas 36,3% dos pacientes que tiveram alta do tratamento foram chamados para alguma consulta de retorno. A maioria dos entrevistados (82,5%) recebeu informações sobre saúde bucal através dos dentistas (59,1%) e da escola (36,4%). Em relação à auto-percepção dos usuários, 41,3% dos participantes considera boa sua saúde bucal. Quanto à avaliação do acesso ao serviço odontológico, 67,5% dos entrevistados relatam não achar fácil marcar consulta odontológica no CSSF, relatando ainda insatisfação em passar pelo acolhimento. Este estudo forneceu importantes achados e aponta para a necessidade de informação aos usuários do CSSF em relação a fluxos e protocolos de acolhimento e acesso, para a implantação de atividades preventivas e educativas, além de priorizar o atendimento odontológico aos usuários de elevado risco.
local.publisher.initialsUFMG

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