Comparação entre a altura do salto agachado e com contramovimento em idosas

dc.creatorDaniela Coelho Zazá
dc.creatorMauro Heleno Chagas
dc.creatorCristina Carvalho de Melo
dc.creatorFranco Noce
dc.date.accessioned2023-03-08T14:31:26Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:52:24Z
dc.date.available2023-03-08T14:31:26Z
dc.date.issued2018
dc.description.abstractThe study aims to compare the jump height of elderly women in the squat (SJ) and countermovement jump (CMJ). Twenty-eight inactive older women volunteered to participate in this study (mean age 68,7±5,9 yrs). Each subject was instructed in how to perform the jump techniques and rested 5 min between the different jump performances. The mean of the three jump trials was selected for statistical analysis. The vertical ground reaction force (GRF) during SJ and CMJ was measured using a force platform. The numerical integration of the vertical GRF in time was used to calculate the impulse and,thus, to estimate the jump height. The ttest for paired samples showed that the jump height in CMJ was significantly higher than in the SJ.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.20396/conex.v16i3.8649876
dc.identifier.issn1983-9030
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/50738
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofConexões: educação física, esporte e saúde
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSaltos (Esportes)
dc.subjectExercícios de alongamento
dc.subjectMulheres idosas
dc.subject.otherSaltos verticais
dc.subject.otherCiclo alongamento-encurtamento
dc.subject.otherIdosas
dc.titleComparação entre a altura do salto agachado e com contramovimento em idosas
dc.title.alternativeComparison between the height of squat jump and countermovement jump in elderly
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage265
local.citation.issue3
local.citation.spage252
local.citation.volume16
local.description.resumoO estudo teve como objetivo comparar a altura no salto agachado (SA) e no com contramovimento (SCM) de mulheres idosas. Vinte e oito mulheres idosas sedentárias voluntariaram-se para participar neste estudo (idade média de 68,7±5,9 anos). Cada sujeito foi instruído sobre como executar as técnicas de salto e descansaram 5 minutos entre a realização dos diferentes saltos. A média de 3 tentativas de cada salto foi utilizada para a análise estatística. A força de reação do solo (FRS) vertical durante o SA e o SCM foi mensurada por meio de uma plataforma de força. A integração numérica da FRS vertical no tempo foi utilizada para o cálculo do impulso e assim estimar a altura do salto. O teste T para amostras pareadas mostrou que a altura do salto no SCM foi significativamente maior do que no SA.
local.identifier.orcidhttp://orcid.org/0000-0001-7216-6286
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-1955-8990
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-6757-3741
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-6751-0871
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentEEF - DEPARTAMENTO DE ESPORTES
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://periodicos.sbu.unicamp.br/ojs/index.php/conexoes/article/view/8649876

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