As violências percebidas e vivenciadas pelos profissionais de saúde: uma análise sob a perspectiva da comunicação não violenta

dc.creatorKátia Alexandra Messias
dc.date.accessioned2025-11-18T14:06:18Z
dc.date.issued2025-06-30
dc.description.abstractNonviolent Communication (NVC) is a process that promotes a transformation in individuals' perceptions through language (communication) within relationships. It goes beyond theory, grounded in authentic expression and empathetic listening. NVC is based on four main components: observation, feelings, needs, and requests. Its practice involves presence, listening, and empathy. This study aimed to understand, from the perspective of nonviolent communication, the forms of violence perceived and experienced by primary healthcare professionals. It is a qualitative, exploratory, and descriptive research study. The sample, chosen by convenience, consisted of six professionals from a primary healthcare unit in the municipality of Contagem/MG, in partnership with the local government. Data collection involved a questionnaire with both open- and closed-ended questions, as well as two workshops conducted in a focus group format, where nonviolent communication techniques were applied. Data were organized in an Excel spreadsheet on Google Drive by themes and topics emerging from each workshop stage, followed by data triangulation based on participants' responses. The results indicate that the workshops created a space where participants could be heard and supported. The reported forms of violence were not only interpersonal but also deeply rooted in the social and cultural structures of the professional environment, including direct, symbolic, structural, and cultural violence. Thus, nonviolent communication emerges as an effective tool that can positively impact daily work routines and professional relationships. However, its implementation must be systematically integrated into work processes.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/876
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso aberto
dc.subjectCentros de saúde
dc.subjectPessoal da área médica
dc.subjectViolência
dc.subjectAgressão
dc.subjectComunicação interpessoal
dc.subjectNão-violência
dc.subject.otherNonviolent Communication; Violence; Primary Healthcare; Nursing.
dc.titleAs violências percebidas e vivenciadas pelos profissionais de saúde: uma análise sob a perspectiva da comunicação não violenta
dc.title.alternativeThe violence perceived and experienced by health professionals: an analysis from the perspective of nonviolent communication
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Profª. Drª. Cristiane Miryam Drumond de Brito
local.contributor.advisor1ID235628
local.contributor.advisor1Latteshttps://orcid.org/0000-0002-2802-2119
local.contributor.referee1Prof. Dra. Cristiane Miryan Drumond de Brito
local.contributor.referee1Prof. Fernando Gonzaga Jayme
local.contributor.referee1Prof. Fabiane Ribeiro Ferreira
local.creator.ID2023650628
local.creator.Latteshttps://lattes.cnpq.br/5353622514836438
local.description.embargo2025-06-30
local.description.resumoA comunicação não-violenta (cnv) é um processo que propõe uma transformação na percepção do indivíduo a partir da linguagem (comunicação) nas relações, vai além da teoria, se fundamenta na expressão autêntica e na escuta empática. Possui quatro distinções principais: observação, sentimentos, necessidades e pedidos e sua prática envolve presença, escuta e empatia. O presente estudo teve como objetivo compreender pela perspectiva da comunicação não violenta as violências percebidas e vivenciadas por profissionais de saúde da atenção básica. Trata-se de uma pesquisa qualitativa exploratória descritiva, o público escolhido por conveniência foram seis profissionais de uma unidade básica de saúde do município de contagem em parceria com a prefeitura de contagem. Para produção de dados utilizou-se um questionário com perguntas abertas e fechadas, além de duas oficinas em formato de grupo focal, onde foram utilizadas técnicas de comunicação não violenta. Para análise dos dados foram organizados em planilha de excel no google drive, por assuntos, temas que surgiram, pré-determinados pelas etapas de cada oficina, e a partir das respostas foi feita a triangulação de dados. Os resultados desta pesquisa demonstram que as oficinas conduziram um espaço para as participantes serem ouvidas e acolhidas, as violências relatadas não são apenas interpessoais, mas estão enraizadas nas estruturas sociais e culturais do ambiente profissional, como a violência direta, simbólica, estrutural e cultural. Desta feita, a comunicação não violenta serve como uma tecnologia eficaz que impacta positivamente o cotidiano laboral e as relações no trabalho, para isso precisa ser estruturada no processo de trabalho.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-3683-079X
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentEEFFTO - ESCOLA DE EDUCAÇÃO FISICA, FISIOTERAPIA E TERAPIA OCUPACIONAL
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Estudos da Ocupação
local.subject.cnpqCIENCIAS DA SAUDE

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