Produzindo documentário na escola: uma possibilidade de utilização das novas tecnologias
| dc.creator | Ana Déa Reis Neto | |
| dc.date.accessioned | 2023-07-28T12:57:17Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:59:14Z | |
| dc.date.available | 2023-07-28T12:57:17Z | |
| dc.date.issued | 2015-05-09 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/57126 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/ | |
| dc.subject.other | Documentário | |
| dc.subject.other | Escola | |
| dc.subject.other | Novas tecnologias | |
| dc.title | Produzindo documentário na escola: uma possibilidade de utilização das novas tecnologias | |
| dc.type | Monografia de especialização | |
| local.contributor.advisor1 | Ana Lúcia Faria Azevedo | |
| local.contributor.advisor1Lattes | http://lattes.cnpq.br/1371482260810247 | |
| local.contributor.referee1 | Marília Souza Dias | |
| local.description.resumo | A produção de um documentário na Escola Municipal Sebastião Guilherme de Oliveira, durante o ano de 2014, partiu do desconhecimento dos alunos, da história da luta pela sua construção. A partir do trabalho realizado por uma professora, tivemos a ideia de usar o interesse das crianças pelas novas tecnologias e gravarmos os depoimentos das pessoas que ainda atuam na comunidade e daqueles que fizeram e fazem parte da nossa história. Estive vinte e três anos em sala de aula e hoje atuo na biblioteca da escola estando em readaptação funcional. Realizo trabalhos em que a literatura e a arte se integram e se potencializam, por isso o interesse no projeto,além do fato de completar 30 anos na mesma escola.. Usamos recursos disponíveis na própria escola: uma câmera VHS antiga, câmeras digitais, computador e caixa de som, uma TV 29’, retroprojetor junto a um data-show, um tripé e celulares. Formamos um grupo, inicialmente, com 12 crianças da referida professora, que se interessaram em participar do projeto. Em seguida, começamos o que chamei de “Oficinas do olhar”. Tendo como referência o livro de Adriana Fresquet, “Cinema e Educação”. Inspiramo-nos nas oficinas de Cezar Migliorin, no livro: “Inventar com a diferença-Cinema e Direitos Humanos”. Os livros “A Escola Vai ao Cinema” de Teixeira e Lopes, “Cinema e Educação” de Rosália Duarte e também textos de Mamede-Duarte, Le Goff, Guerra e Paraiso nos motivaram a investir neste trabalho. Vimos filmes de diversos formatos: “O balão vermelho” (França-1956), “Galinha ao molho pardo” (Brasil 2007), “Marvada Carne” (Brasil-1985), “Pipiripau, o mundo de Raimundo” (Brasil-2014) e “Dona Cristina perdeu a memória” (Brasil-2009). Analisamos luz e sombras nas imagens, cores, ângulos, perspectivas, reflexos, curvas e linhas. Gravamos entrevistas e tomadas da escola e, por não ter nenhuma intimidade com tecnologia, pagamos a edição para conseguirmos finalizar para a festa. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | FAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.publisher.program | Curso de Especialização em Formação de Educadores Para a Educação Básica |