Inhomogeneous processes with random one-dimensional reinforcements

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Tese de doutorado

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Processos não homogêneos com reforços aleatórios unidimensionais

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Bernardo Nunes Borges de Lima
Leonardo Trivellato Rolla
Pablo Almeida Gomes
Rangel Baldasso

Resumo

Percolation theory, which emerged in 1957, models the behavior of a fluid flowing through a porous medium. The Bernoulli percolation model on the lattice Zd treats each edge independently, designating it as open with probability p and closed with probability 1 − p. Significant theoretical advances in the 1980s led to the exploration of various non-homogeneous percolation models, where regions R of the graph have edges that are more likely to be open. In our study, we investigate inhomogeneous Bernoulli bond percolation on the graph G × Z, where G is a connected quasi-transitive graph. The inhomogeneity is introduced via a random region R around the origin axis 0 × Z, with each edge in R being open with probability q and all other edges with probability p. When the region R is defined by stacking or overlapping boxes with random radii centered along the origin axis, we derive conditions on the moments of the radii, based on the growth properties of G, ensuring that for any subcritical p and any q < 1, the non-percolative phase persists. We also adapt our techniques to the contact process on a transitive graph G, with analogous inhomogeneities.

Abstract

A teoria da percolação, que surgiu em 1957, modela o comportamento de um fluido fluindo através de um meio poroso. O modelo de percolação de Bernoulli na rede Zd trata cada elo de forma independente, designando-o como aberto com probabilidade p e fechado com probabilidade 1 − p. Avanços teóricos significativos na década de 1980 levaram à exploração de vários modelos de percolação não homogênea, onde regiões R do grafo têm elos que são mais propensos a estarem abertos. No nosso estudo, investigamos percolação de Bernoulli não-homogênea no grafo G×Z, onde G é um grafo conexo quasi-transitivo. A não homogeneidade é introduzida por meio de uma região aleatória R ao redor do eixo de origem 0 × Z, com cada elo em R sendo aberto com probabilidade q e todos os outros elos com probabilidade p. Quando a região R é definida por empilhamento ou sobreposição de caixas com raios aleatórios centrados ao longo do eixo de origem, derivamos condições sobre os momentos dos raios, baseadas nas propriedades de crescimento de G, assegurando que para qualquer p subcrítico e qualquer q < 1, a fase subcrítica de percolação persiste. Também adaptamos nossas técnicas para o processo de contato em um grafo transitivo G, com não homogeneidades analogamente definidas.

Assunto

Matemática – Teses, Percolação (Física estatística) – Teses, Teoria do ponto crítico (Análise matemática) – Teses, Processo de Contato -Teses

Palavras-chave

Percolation, Contact Process, Inhomogeneities, Critical point

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