Decifrando o código : uma solução composicional para o problema do balanço cognitivo

dc.creatorArthur de Castro Machado
dc.date.accessioned2025-04-08T14:50:51Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:00:53Z
dc.date.available2025-04-08T14:50:51Z
dc.date.issued2025-01-24
dc.description.abstractThe aim of this work is to present an attempt to respond directly to the problem of cognitive balance. This problem consists in explaining the balance between, on one side, a linguistic agent with finite capabilities for storing and processing information, and, on the other side, an open number of sentences. The direct response I propose consists in postulating a generative mechanism in cognition whose behavior is described by a formal-modular theory. This response requires a psychological interpretation of the compositional mechanism, responsible for generating the reading of an open output from a limited number of items as input, as well as a specific reading of semantic processing. The structure of this work is divided into three chapters. In the first chapter, I motivate the problem of cognitive balance and the postulation of a generative mechanism; then I show that this mechanism has a structure composed of lexicon+rules, which seems at least structurally similar to the composition of a formal theory, lexicon+rules; and, in the case of formal theory, there is a compositional mechanism capable of dealing with an open output; however, there are at least three readings of this mechanism, and among them, only the psychological one contributes to a direct response to the problem of cognitive balance. In the second chapter, I present the modularist background which underpins my response, and I provide some empirical arguments in favor of the thesis that semantic processing requires a modular approach. Finally, in the third chapter, I show that this response to the problem of cognitive balance, while leading to a conception of meaning as something mental, is not irreconcilable with Frege's rejection of psychologism; furthermore, I also show that, by adopting a computational approach to the mind, this response resolves a contrast within Fregean theory between two conceptions of meaning, one as something internal and the other as external.
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/81373
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectFilosofia - Teses
dc.subjectCognição - Teses
dc.subjectFilosofia da mente - Teses
dc.subject.otherBalanço cognitivo
dc.subject.otherComposicionalidade
dc.subject.otherTeorias formais
dc.subject.otherModularismo
dc.subject.otherComputacionalismo
dc.titleDecifrando o código : uma solução composicional para o problema do balanço cognitivo
dc.title.alternativeDeciphering the code : a compositional solution to the cognitive balance problem
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Ernesto Perini Frizzera da Mota Santos
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2351082986169976
local.contributor.referee1Guilherme Araújo Cardoso
local.contributor.referee1Sérgio Ricardo Neves de Miranda
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5620354389076440
local.description.resumoO objetivo deste presente trabalho é apresentar uma tentativa de resposta direta ao problema do balanço cognitivo. Esse problema consiste em explicar o balanço entre, de um lado, um agente linguístico com capacidades finitas de armazenamento e de processamento de informações, e, de outro, um número aberto de sentenças. E a resposta direta que proponho consiste em postular na cognição um mecanismo gerativo cujo comportamento é descrito por uma teoria formal-modular. Essa resposta exige uma interpretação psicológica do mecanismo composicional, responsável por gerar a leitura de um output aberto a partir de um número limitado de itens como input, além de uma leitura específica do processamento semântico. A estrutura deste trabalho se encontra dividida em três capítulos. No primeiro capítulo, motivo o problema do balanço cognitivo e a postulação de um mecanismo gerativo; depois mostro que esse mecanismo tem uma estrutura composta por léxico+regras, o que parece pelo menos estruturalmente similar à composição da teoria formal, léxico+regras; e, no caso da teoria formal, há um mecanismo composicional capaz de lidar com um output aberto; mas há pelo menos três leituras desse mecanismo, sendo que, dentre elas, apenas a psicológica contribui para uma resposta direta ao problema do balanço cognitivo. No segundo capítulo, apresento o plano de fundo modularista que fundamenta a minha resposta e apresento alguns argumentos empíricos em favor da tese de que o processamento semântico exige um tratamento modular. No terceiro capítulo, por fim, mostro que essa resposta ao problema do balanço, embora acarrete numa concepção do significado como algo mental, não é inconciliável com a recusa de Frege ao psicologismo; além disso, mostro também que essa resposta, ao adotar uma abordagem computacional da mente, soluciona um contraste dentro da teoria fregeana entre duas concepções de significado, uma como algo interno e outra como externo.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Filosofia

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