Conflito entre acionistas, concentração acionária, governança corporativa e valor da empresa: um estudo nas companhias abertas brasileiras

dc.creatorPatrícia Antonacci Neves
dc.creatorLaura Edith Taboada Pinheiro
dc.date.accessioned2023-10-25T18:50:33Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:30:16Z
dc.date.available2023-10-25T18:50:33Z
dc.date.issued2016
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/60021
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCongresso Nacional de Administração e Contabilidade - AdCont
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAcionistas
dc.subjectGovernança corporativa
dc.subject.otherConflitos entre acionistas
dc.subject.otherValor da empresa
dc.subject.otherGovernança corporativa
dc.titleConflito entre acionistas, concentração acionária, governança corporativa e valor da empresa: um estudo nas companhias abertas brasileiras
dc.typeArtigo de evento
local.citation.issue7
local.description.resumoA relação entre os acionistas de uma empresa é repleta de interesses conflitantes, que podem ser causados por inúmeros fatores. A plataforma teórica que norteou este trabalho foi baseada principalmente em Silveira (2002), Dey (2008) e Renders e Gaeremynck (2012), que consideram a concentração acionária e a governança corporativa como os principais causadores de conflitos entre acionistas, cujos efeitos refletem no valor da empresa. O presente trabalho, de abordagem teórico-empírica, descritiva e quantitativa teve como objetivo geral o estudo da relação existente entre essas variáveis. A amostra consistiu em um painel balanceado de 250 empresas abertas listadas em 4 índices da BM&FBovespa nos anos de 2012 a 2014. Para atender aos objetivos propostos, utilizou-se a análise de componentes principais visando a criação de indicadores para “conflito”, “concentração acionária” e “governança corporativa” e o Q de Tobin como proxy para representar o valor da empresa. A análise de regressão através dos modelos marginais conseguiu explicar 51,7% da variabilidade de “conflito” e 33,7% da variabilidade de “valor da empresa”. Foi verificada uma influência significativa e positiva da “concentração acionária” sobre o “conflito” e significativa e negativa da “governança corporativa” sobre o “conflito”. Em relação ao “valor da empresa” as mesmas variáveis não se mostraram significativas. A análise de agrupamento evidenciou uma relação inversa entre “conflito” e “valor da empresa”.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://adcont.net/index.php/adcont/adcont2016

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