Tecnologia educativa para orientação de acompanhantes de mulheres em trabalho de parto

dc.creatorLaise Ramos e Silva
dc.date.accessioned2019-12-06T18:22:54Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:02:38Z
dc.date.available2019-12-06T18:22:54Z
dc.date.issued2018-02-05
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/31457
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subjectEnfermagem obstétrica
dc.subjectMonografia
dc.subjectHumanização da asssistência
dc.subjectTrabalho de parto/psicologia
dc.subject.otherHumanização
dc.subject.otherEstudos de Intervenção
dc.subject.otherEnfermagem
dc.titleTecnologia educativa para orientação de acompanhantes de mulheres em trabalho de parto
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Camila Teixeira Moreira Vasconcelos
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/5810658244169447
local.description.resumoObjetivou-se avaliar a associação entre a implementação de uma tecnologia educativa e a experiência de acompanhar o processo de parturição. Trata-se de um estudo de intervenção, controlado, no qual foram comparados dois grupos: Grupo Comparação (GC) e Grupo Intervenção (GI). Utilizou-se o manual educativo “Preparando-se para acompanhar o parto: o que é importante saber? O projeto foi desenvolvido em uma maternidade de referência em obstetrícia no estado do Ceará, entre 1º julho a 30 de outubro de 2017. Foram incluídos acompanhantes de mulheres, maiores de 18 anos, em trabalho de parto ou em indução ao trabalho de parto ou com fetos a termo viáveis internadas no período. Ao final, obteve-se uma amostra de 73 acompanhantes, 35 no grupo intervenção e 38 no grupo comparação. A atividade foi dividida em quatro fases: 1.Caracterização do acompanhante; 2. Intervenção; 3. Avaliação das vivências; 4. Sensibilização dos enfermeiros. Para a coleta de dados, na fase 1, utilizou-se o Formulário de caracterização do público-alvo; na fase 3, utilizou-se Formulário de verificação da vivência e do apoio prestado pelo acompanhante. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) CAAE: 69965717.5.0000.5050. No quadro geral, os acompanhantes tinham, em média, 33,9 anos de idade e 11,1 anos de estudos, situação conjugal estável e sexo feminino. Um número restrito participou de atividades educativas de orientação ao parto (n=12/16,4%) e a maioria não conhecia as técnicas de apoio à mulher durante o trabalho de parto e parto. Na comparação da vivência e apoio prestado, verificou-se que não houve diferença estatística significativa entre os grupos em relação ao nível de apoio oferecido à parturiente (p= 0,48) e a satisfação com o parto (p=0,19). Contudo, houve diferença na avaliação dos acompanhantes quanto a insegurança em acompanhar (p=0, 00) e à preocupação em relação ao estado de saúde da parturiente (p= 0, 00). Os acompanhantes que receberam a intervenção foram mais propícios à utilização de ações de apoio físico, emocional e de intermediação e, além disso, mencionaram menor insegurança. Os dados evidenciaram que a atividade educativa foi eficaz na instrumentalização do acompanhante para a realização de ações de apoio à parturiente.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Enfermagem Obstétrica - Rede Cegonha

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