Fronteiras da Fala/Bala: geografia do universo ficcional de Cidade de Deus

dc.creatorJoana Pinto Wildhagen
dc.date.accessioned2019-08-09T22:17:40Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:55:45Z
dc.date.available2019-08-09T22:17:40Z
dc.date.issued2007-07-05
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECAP-74XF4D
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectRap (Música)
dc.subjectAdaptações para o cinema
dc.subjectViolencia Brasil
dc.subjectFavelas Brasil
dc.subjectViolencia na literatura
dc.subjectCinema e literatura
dc.subjectCidade de Deus (Filme)
dc.subject.otherestética da violência
dc.subject.otherCidade de Deus
dc.subject.otherconceitos freudianos
dc.subject.othermercadorização da violência
dc.titleFronteiras da Fala/Bala: geografia do universo ficcional de Cidade de Deus
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Marli de Oliveira Fantini Scarpelli
local.contributor.referee1Benjamin Abdala Júnior
local.contributor.referee1Marcos Antonio Alexandre
local.description.resumoEste trabalho propõe uma análise do romance Cidade de Deus, livro de estréia de Paulo Lins, autor carioca, negro, ex-habitante do Conjunto Habitacional Cidade de Deus. Analisamos, comparativamente, o romance e o filme homônimo, dirigido por Fernando Meirelles. O roteiro do filme foi baseado no livro de Paulo Lins. Detivemos-nos no conceito de "estética da violência" e "mercadorização da violência", termos oriundos de polêmicas travadas por críticos brasileiros diante do impacto dessa e de outras produções literárias e cinematográficas contemporâneas. Nesse contexto, o estudo intersemiótico entre a literatura e o cinema no Brasil nos permite contemplar a questão da violência tanto em nível temático, quanto em nível estrutural.Para formular um estudo das representações violentas no corpus estudado, usamos como suporte alguns conceitos freudianos como "trauma", "retorno do recalcado" e "estranho", além do esboço de uma teoria sobre o testemunho no pós-Shoah.A estética da malandragem foi trabalhada enquanto aspecto sócio-cultural brasileiro para enfocar o corpus da dissertação, a partir da crítica cultural de João César Rocha. Percorremos um caminho que parte da teoria dialética malandra, proposta por Antonio Candido, passando pela crítica sociológica de Sérgio Buarque de Holanda, até chegar a Roberto da Matta e , enfim, aos críticos mais contemporâneos. Também contrapusemos as diferentes vozes narrativas que emergem do livro e do filme abordados neste trabalho.
local.publisher.initialsUFMG

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