A direção da transferência bilateral na aprendizagem motora

dc.creatorCilmara Cristina Rodrigues
dc.date.accessioned2023-08-25T14:44:52Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:02:40Z
dc.date.available2023-08-25T14:44:52Z
dc.date.issued2013-12-13
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/58240
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subject.otherTransferência de aprendizagem
dc.subject.otherMovimento
dc.subject.otherHabilidade motora
dc.subject.otherTransferência bilateral de aprendizagem
dc.titleA direção da transferência bilateral na aprendizagem motora
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor1Guilherme Menezes Lage
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/7291980478992375
local.description.resumoO Fenômeno transferência bilateral se refere a influencia da transferência de aprendizagem relacionada á aprendizagem da mesma tarefa, porém com diferentes membros. Este assunto já bem documentado, demonstra nossa capacidade de aprender uma determinada habilidade com mais facilidade usando uma das mãos ou um dos pés, após termos aprendido a habilidade com a mão ou pé oposto. Esta revisão integrativa teve como objetivo investigar a melhor direção da transferência bilateral, pois o conhecimento sobre a direção ser simétrica ou assimétrica, possibilita conhecer o papel da especialização hemisférica no controle do movimento. Foi realizada uma busca nacional e internacional de artigos nas bases de dados Pubmed, Lilacs e Scielo com a utilização de descritores e palavras, na qual foi encontrada uma população de 122 artigos, sendo que 5 artigos compuseram a amostra. Foram analisadas variáveis relacionadas às publicações e à variável de interesse: A direção da transferência bilateral na aprendizagem motora. Os resultados mostraram que em todos os artigos investigados houve transferência de aprendizagem de um membro para o membro contralateral, porém sobre a melhor direção da transferência existe a ocorrência de especificidades relacionadas ao tipo de efetor, característica do sujeito e até mesmo execução da tarefa. Conclui-se que não existe padrão único para melhor direção da transferência, portanto, faz-se necessário novos estudos no sentido de obter mais informações sobre o fenômeno transferência bilateral e sua aplicação envolvendo idade, sexo, complexidade da tarefa e uso de membros inferiores, cujo material disponível é limitado.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentEEF - DEPARTAMENTO DE TERAPIA OCUPACIONAL
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Avanços Clínicos em Fisioterapia

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