Processo de escolarização em Itabira do Matto Dentro/MG (1860-1889)

dc.creatorClarice Lisandra David
dc.date.accessioned2019-08-12T10:38:28Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:54:20Z
dc.date.available2019-08-12T10:38:28Z
dc.date.issued2008-04-27
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-8R2J55
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEducação
dc.subjectEducação e estado
dc.subjectEducação História Minas Gerais Século XIX
dc.subject.otherEducação
dc.titleProcesso de escolarização em Itabira do Matto Dentro/MG (1860-1889)
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Luciano Mendes de Faria Filho
local.contributor.referee1Carlos roberto Jamil Cury
local.contributor.referee1Cynthia Greive Veiga
local.contributor.referee1Marcus Vinicius Fonseca
local.contributor.referee1Maria Cristina Soares de Gouvea
local.description.resumoNesta dissertação, buscamos analisar como ocorreu o processo de escolarização na cidade de Itabira do Matto Dentro/MG entre os anos de 1860 a 1889. Nesta pesquisa, tentamos acompanhar como se deu o processo de expansão da escola na sociedade tomando como base a lei mineira de nº 1064 de 1860, a qual prescreveu a criação de escolas nas localidades mineiras sem a necessidade de que possuíssem um número mínimo de habitantes livres. Esta disposição foi reafirmada nas legislações posteriores, o que indica a tentativa por parte do Estado de efetivar a expansão da escolarização na sociedade. O incentivo por parte do governo provincial de que as Câmaras Municipais mineiras poderiam criar ou subvencionar escolas, a partir da década de 1880, foi também identificado como uma das maneiras postas pelo Estado para o aumento da escolarização da população. A análise de aspectos referentes à composição populacional, ao surgimento das diversas freguesias da cidade e de suas escolas foi uma das maneiras de entender a escola no contexto em que estava inserida. Para a efetivação da instrução, o Estado instituiu um órgão o qual seria o responsável por sua gerência, a Inspetoria Geral de Instrução Pública, analisada aqui na forma em que estava estruturada e quais atribuições delegava aos sujeitos responsáveis pela fiscalização das escolas. Os representantes dessa instituição eram os inspetores e examinadores que buscavam a confirmação da escolarização das crianças mineiras e daqueles a quem cabia ensinar as crianças, os professores. Assim, ao analisar as questões da escolarização a partir das redes existentes entre esses sujeitos, foi possível identificar as diretrizes no processo de escolha desses sujeitos (professores e examinadores) na sociedade local e as possíveis tensões no exercício de suas funções. Nosso olhar, também, se deteve sobre algumas questões que possibilitavam ou não a freqüência das crianças à escola na busca de acompanhar como as mesmas foram submetidas aos ditames escolares, o que resultou na paulatina inserção da escola na sociedade mineira e local, como espaço privilegiado de instrução das referidas crianças
local.publisher.initialsUFMG

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