Melancólica? chique? alegre? vitrine? territórios da cozinha sob a ótica de empregadas domésticas

dc.creatorFelipe Gouvêa Pena
dc.creatorLuiz Alex Silva Saraiva
dc.date.accessioned2022-09-12T14:08:13Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:57:43Z
dc.date.available2022-09-12T14:08:13Z
dc.date.issued2017-10
dc.identifier.issn2177-2576
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/45095
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofEncontro da ANPAD - EnANPAD
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEmpregadas domésticas
dc.subjectCozinhas
dc.subject.otherTerritorialidades
dc.subject.otherRelações sociais
dc.subject.otherCozinha doméstica
dc.subject.otherEmpregadas domésticas
dc.titleMelancólica? chique? alegre? vitrine? territórios da cozinha sob a ótica de empregadas domésticas
dc.typeArtigo de evento
local.citation.issue41
local.description.resumoAs cozinhas domésticas recentemente tem sido ressignificadas em função de aspectos arquitetônicos e midiáticos que lhe destina a função de espetacularização da preparação de alimentos, silenciando sobre diversas dimensões associadas ao cozinhar. Para problematizar este quadro, o objetivo aqui é identificar e analisar os territórios da cozinha sob a ótica de empregadas domésticas, o que foi feito a partir do método indutivo com base em um estudo qualitativo de caráter descritivo, no qual foi usada a fotoelicitação para a coleta de dados e a análise do discurso para tratar das falas de empregadas domésticas. Os principais resultados sugerem territórios marcados em função de diferentes elementos. Encontramos diferentes formas de apropriação e diferentes argumentos que as sustentam, como a “cozinha de verdade”, em que cozinhar se relaciona a uma obrigação, e a um cotidiano muitas vezes de melancolia e tristeza; a “cozinha moderna” como espaço de status social e distinção; a “cozinha bem montada” enquanto espaço de prazer e alegria; e a “cozinha como vitrine”, possibilitando a autopromoção por meio da exposição. As empregadas domésticas buscaram se afastar de algumas imagens e se aproximar de outras, como se tentassem compreender qual o território que se assemelhava às suas vivências e desejos. As principais implicações do estudo apontam a necessidade de politizar espaços aparentemente neutros, como a cozinha, e encará-los também sob a ótica de produção social de desigualdades de raça, de gênero e de trabalho, ampliando os diálogos no campo dos Estudos Organizacionais.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS ADMINISTRATIVAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://anpad.com.br/pt_br/index_event

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