Estudo-piloto da qualidade de vida (qv) de pacientes com síndrome da ressecção anterior do reto antes e após o uso da irrigação transanal (it)

dc.creatorKelly Cristine de Lacerda Rodriguesbuzatti
dc.creatorBeatriz Deoti
dc.creatorRenato Gomes Campanati
dc.creatorGabriela Maciel Cordeiro
dc.creatorMagda Maria Profeta da Luz
dc.creatorFranciele Profeta Rodrigues
dc.creatorRodrigo Gomes da Silva
dc.date.accessioned2023-05-02T20:28:39Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:51:06Z
dc.date.available2023-05-02T20:28:39Z
dc.date.issued2017
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doi10.1016/j.jcol.2017.09.401
dc.identifier.issn22379363
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/52727
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofJournal of Coloproctology
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectNeoplasia retal
dc.subjectIncontinência fecal
dc.subject.otherNeoplasia retal
dc.subject.otherIncontinência fecal
dc.titleEstudo-piloto da qualidade de vida (qv) de pacientes com síndrome da ressecção anterior do reto antes e após o uso da irrigação transanal (it)
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage45
local.citation.spage44
local.citation.volume37
local.description.resumoIntroduc¸ão: A ressecc¸ão anterior do reto (RAR), com exci são total do mesorreto (ETM) e anastomose colorretal baixa ou coloanal, é o tratamento padrão para o câncer do reto médioe inferior. Os pacientes submetidos a anastomoses baixas com preservação do esfíncter podem evoluir com síndrome da ressecção anterior do reto (Low Anterior Resection Syndrome [LARS]). Apresentam sintomas como defecacção frequente em pequenos volumes, urgência evacuatória e incontinência anal. Objetivo: Avaliar o impacto da irrigação transanal na QV de pacientes LARS. Método: A população estudada é constituída por pacientes com diagnóstico de câncer de reto operados pelo grupo de coloproctologia e intestino delgado de um hospital universitário. Foram cadastrados pacientes submetidos à RAR sem estoma ou que já reconstruíram o trânsito intestinal, classificados após aplicação do questionário LARS em níveis leve (0 a 20), moderado (21 a 29) e grave (30 a 42). Os pacientes classificados como LARS grave, com mais de seis meses de fechamento do estoma, foram tratados com IT. O treinamento foi feito em j coloproctol (rio j). 2017;37(S1):1–50 45 três dias consecutivos por uma estomaterapeuta. Após o treinamento foram agendados retornos com um, três, seis e 12meses. Resultados: Estão em acompanhamento 21 pacientes. Desses, 76,19% apresentam LARS 0 após o uso da IT; 9,52% passaram de LARS grave para LARS moderado e 14,28% abandonaram o procedimento. Conclusão: Um número de pacientes expressivo apresentou reversão total do quadro de incontinência, evidenciou o impacto positivo na QV desses pacientes com o uso da IT.O estudo continua em andamento tendo em vista o impacto social dos resultados.
local.identifier.orcid0000-0002-5970-9570
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMED - DEPARTAMENTO DE CIRURGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S2237936317305269?via%3Dihub

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