Comunidade ribeirinha do Bailique: a hermenêutica diatópica como instrumento de reconhecimento de identidade

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Resumo

Este trabalho propõe a análise da hermenêutica diatópica como método de tradução étnico cultural segundo a teoria crítica formulada por Boaventura de Sousa Santos, tomando como sujeito epistêmico o ribeirinho que vive na comunidade ribeirinha do Bailique, cidade de Macapá, Estado do Amapá. A pesquisa parte da hipótese que a cultura ribeirinha vem sendo silenciada durante toda modernidade, que é fundada em uma racionalidade eurocêntrica, ocidental, colonial e liberal, por isso, não admite qualquer experiência ou saber que não seja oriundo do centro, silenciando, assim, saberes periféricos. Pretende-se demonstrar a hermenêutica diatópica é um instrumento credível para o reconhecimento de saberes e direitos produzidos pelo “Sul” epistemológico, para tanto a racionalidade que sustentou o projeto de modernidade, deve ser cambiada para uma racionalidade cosmopolita de oposição que é pós-imperial. O presente estudo, cuja principal característica é a pesquisa exploratória etnográfica e descritiva pauta-se no método de abordagem indutivo, partindo de dados particulares e específicos para chegar a uma conclusão geral sobre o problema proposto. O modelo teórico utilizado será o empírico-argumentativo, por partir do estudo de relações sociais externas e internas do sistema. Utiliza-se, ainda, de uma abordagem qualitativa de pesquisa de campo, observação participante e entrevistas não estruturadas, para a coleta de dados que darão suporte à pesquisa.

Abstract

Assunto

Hermenêutica (Direito), Acesso à justiça, Identidade, Direitos ribeirinhos

Palavras-chave

Acesso á justiça, Acesso a justiça pela via dos direitos, Justiça itinerante fluvial, Bailique

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