Comunidade ribeirinha do Bailique: a hermenêutica diatópica como instrumento de reconhecimento de identidade

dc.creatorAdriana Goulart de Sena Orsini
dc.creatorSimone Maria Palheta Pires
dc.date.accessioned2022-05-31T10:27:19Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:33:11Z
dc.date.available2022-05-31T10:27:19Z
dc.date.issued2017
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn2359-0831
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/42095
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista do Instituto Histórico e Geográfico do Pará
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectHermenêutica (Direito)
dc.subjectAcesso à justiça
dc.subjectIdentidade
dc.subjectDireitos ribeirinhos
dc.subject.otherAcesso á justiça
dc.subject.otherAcesso a justiça pela via dos direitos
dc.subject.otherJustiça itinerante fluvial
dc.subject.otherBailique
dc.titleComunidade ribeirinha do Bailique: a hermenêutica diatópica como instrumento de reconhecimento de identidade
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage266
local.citation.issue1
local.citation.spage250
local.citation.volume4
local.description.resumoEste trabalho propõe a análise da hermenêutica diatópica como método de tradução étnico cultural segundo a teoria crítica formulada por Boaventura de Sousa Santos, tomando como sujeito epistêmico o ribeirinho que vive na comunidade ribeirinha do Bailique, cidade de Macapá, Estado do Amapá. A pesquisa parte da hipótese que a cultura ribeirinha vem sendo silenciada durante toda modernidade, que é fundada em uma racionalidade eurocêntrica, ocidental, colonial e liberal, por isso, não admite qualquer experiência ou saber que não seja oriundo do centro, silenciando, assim, saberes periféricos. Pretende-se demonstrar a hermenêutica diatópica é um instrumento credível para o reconhecimento de saberes e direitos produzidos pelo “Sul” epistemológico, para tanto a racionalidade que sustentou o projeto de modernidade, deve ser cambiada para uma racionalidade cosmopolita de oposição que é pós-imperial. O presente estudo, cuja principal característica é a pesquisa exploratória etnográfica e descritiva pauta-se no método de abordagem indutivo, partindo de dados particulares e específicos para chegar a uma conclusão geral sobre o problema proposto. O modelo teórico utilizado será o empírico-argumentativo, por partir do estudo de relações sociais externas e internas do sistema. Utiliza-se, ainda, de uma abordagem qualitativa de pesquisa de campo, observação participante e entrevistas não estruturadas, para a coleta de dados que darão suporte à pesquisa.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/ 0000-0002-5354-1906
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentDIR - DEPARTAMENTO DE DIREITO DO TRABALHO E INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO
local.publisher.initialsUFMG
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