Júlia Lopes de Almeida: uma flâneuse no auge da Belle Époque carioca

dc.creatorBrenda Lana de Carvalho Salgado
dc.date.accessioned2025-06-03T13:47:28Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:51:38Z
dc.date.available2025-06-03T13:47:28Z
dc.date.issued2025-05-28
dc.description.sponsorshipCAPES - Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/82731
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by/3.0/pt/
dc.subjectAlmeida, Júlia Lopes de, 1862-1934 - Crítica e interpretação
dc.subjectCrônicas brasileiras - História e crítica
dc.subjectCidades e vilas na literatura
dc.subjectLiteratura e sociedade
dc.subjectEspaço e tempo na literatura
dc.subjectMulheres e literatura
dc.subject.otherFlâneuse
dc.subject.otherFlâneur
dc.subject.otherJúlia Lopes de Almeida
dc.subject.otherCrônicas
dc.titleJúlia Lopes de Almeida: uma flâneuse no auge da Belle Époque carioca
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Laureny Aparecida Lourenço da Silva
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6950885540481315
local.contributor.referee1Sabrina Sedlmayer Pinto
local.contributor.referee1Nayara Silva de Noronha
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/5230216142897192
local.description.resumoA modernidade implicou no surgimento de novas figuras no plano literário, entre eles o flâneur, botânico do asfalto delineado na e pela obra de Charles Baudelaire. Ação marcadamente masculina, a flanação é pouco associada às mulheres, dadas as restrições de acesso à arena pública impostas a elas. Ainda assim, a flâneuse – mais do que mera versão feminina do flâneur – vem sendo cada vez mais discutida nos estudos literários, a fim de se recuperar a percepção das mulheres sobre o espaço urbano. Frente a isso, o presente trabalho tem como objetivo investigar a experiência urbana na obra da escritora carioca Júlia Lopes de Almeida através da manifestação da figura da flâneuse, concentrando-se em uma seleção de crônicas que compõem a coluna "Dois Dedos de Prosa", originalmente publicadas entre 1909 e 1912 no jornal O Paiz. Esses textos configuram-se como uma elaboração literária e um registro histórico do processo de modernização do Rio de Janeiro durante a Belle Époque, contexto em que a autora utiliza suas caminhadas e observações do cotidiano carioca como inspiração e matéria-prima para suas crônicas. Almeida aborda temas como as transformações físicas da cidade, a desigualdade social e as tensões entre o planejamento urbano oficial e a vivência dos habitantes. A análise revela uma perspectiva ambivalente da autora em relação à modernidade. Ao narrar suas flanações, Júlia Lopes de Almeida insere sua voz no debate público, contribuindo para a construção simbólica do espaço e evidenciando a complexidade da flânerie feminina em seu contexto histórico.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFALE - FACULDADE DE LETRAS
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Estudos Literários

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