Apontamentos sobre a morte auto infligida entre os Ye'kwana

dc.creatorKarenina Vieira Andrade
dc.date.accessioned2024-09-16T17:28:27Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:12:50Z
dc.date.available2024-09-16T17:28:27Z
dc.date.issued2020
dc.description.abstractThe Ye’kwana are a people whose traditional territory is crossed by the international border that divides Brazil from Venezuela. Speakers of one of the languages ​​classified in the Karib linguistic family, in Brazil there are about 600 Ye’kwana living in four villages, three along the Auaris River (Tajädedatänha, Fuduwaaduinha and Kudatanha) and one on the Uraricoera River (Waichannha), in the northwest of the state of Roraima, Yanomami Indigenous Territory. In Venezuela, there are about 5,000 people, whose more than 60 villages are located in the Orinoco River basin. I have been conducting ethnographic research in Ye’kwana communities on the Brazilian side since 2005 and for more than a decade, I have monitored the increase in the rates of self-inflicted deaths among the Ye’kwana. In this work, I reflect on how the Ye’kwana understand this type of dying and outline some points of tension between Ye’kwana theory and the way in which indigenous health care policies seek to develop both interpretations of the phenomenon of self-inflicted death and, based on them, intervention policies.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.issn9786587289
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/76514
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofReunião Brasileira de Antropologia
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectIndígenas da América do Sul
dc.subjectSuicídio
dc.subjectAntropologia
dc.subject.otherIndígenas da América do Sul
dc.subject.otherSuicídio
dc.subject.otherAntropologia
dc.titleApontamentos sobre a morte auto infligida entre os Ye'kwana
dc.title.alternativeNotes on self-inflicted death among the Ye'kwana
dc.typeArtigo de evento
local.citation.issue32
local.description.resumoOs Ye’kwana são um povo cujo território tradicional é cortado pela fronteira internacional que divide o Brasil da Venezuela. Falantes de uma das línguas classificadas na família linguística karib, no Brasil são cerca de 600 ye’kwana vivendo em quatro aldeias, três ao longo do rio Auaris (Tajädedatänha, Fuduwaaduinha e Kudatanha) e uma no rio Uraricoera (Waichannha), no noroeste do estado de Roraima, Terra Indígena Yanomami. Na Venezuela, são cerca de 5.000 pessoas, cujas mais de 60 aldeias estão situadas na bacia do Rio Orenoco. Desenvolvo pesquisa etnográfica nas comunidades ye’kwana do lado brasileiro desde 2005 e ao longo de mais de uma década, tenho acompanhado o aumento nos índices de mortes autoinfligidas entre os Ye’kwana. Neste trabalho, faço algumas reflexões sobre como os Ye’kwana entendem esta modalidade de morrer e esboço alguns pontos de tensão entre a teoria ye’kwana e a maneira como as políticas de atenção à saúde indígena procuram elaborar tanto interpretações sobre o fenômeno da morte autoinfligida quanto, a partir delas, políticas de intervenção.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAF - DEPARTAMENTO DE ANTROPOLOGIA E ARQUEOLOGIA
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://evento.abant.org.br/rba/32RBA/files/384_2020-12-06_3966_23992.pdf

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