A África que existe em nós: uma experiência pedagógica na educação infantil

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Monografia de especialização

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Maria José Batista Pinto

Resumo

O presente trabalho relata uma Intervenção Pedagógica realizada em uma Escola Municipal de Educação Infantil (UMEI), da cidade de Belo Horizonte, em uma turma de crianças com idades entre 4 e 5 anos. O trabalho pretendeu contribuir para a inclusão da História da África e da cultura Afro-brasileira no currículo escolar, em referência a lei Federal 10.639/03. Dentre os objetivos do trabalho, pretendeu-se levar as crianças a conhecer e valorizar a cultura afro-brasileira na escola e na sociedade e consequentemente, fortalecer a auto estima e o respeito às diferenças. A intervenção foi dividida em quatro etapas. Na primeira etapa denominada “Por que somos diferentes?”, foram enfocados temas relacionados à família, às diferenças entre as pessoas e ao respeito à essas diferenças. Na segunda fase, “Conhecendo a África”, a tática principal foi em o continente africano e sua localização geográfica, bem como aspectos da história dos africanos que foram trazidos para o Brasil, sem focar muito na escravidão em si, e sim na luta dos negros para a libertação. Já na terceira fase, “Música, capoeira e muita cultura” foram desenvolvidas atividades relacionadas a aspectos da cultura afro, presentes no nosso cotidiano. Para culminar, foi apresentada às crianças a história de um herói negro: Zumbi, líder máximo do Quilombo de Palmares e explicado a relação entre este e o dia 20 de novembro, Dia Nacional da Consciência Negra. Para alcançar os objetivos propostos, utilizamos as seguintes metodologias: rodas de conversa, literatura, atividades artísticas, filme, oficinas e música. Por fim, essa intervenção apontou possibilidades de realização de inúmeras atividades. Conclui-se com isso, que o trabalho com as relações étnico-raciais deve ser um constante dentro da instituição e que há a necessidade de se formar educadores críticos preparados para lidar com a diversidade cultural na escola e conscientes de que é no período que abrange a idade entre zero a seis anos que são lançadas as bases para as aprendizagens futuras e formação da identidade da criança.

Abstract

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Palavras-chave

Raça, Educação infantil, Cultura afro-brasileira

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