A África que existe em nós: uma experiência pedagógica na educação infantil

dc.creatorCristiany Maria do Socorro Araujo
dc.date.accessioned2023-02-06T13:56:50Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:05:45Z
dc.date.available2023-02-06T13:56:50Z
dc.date.issued2010-12-11
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/49581
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/pt/
dc.subject.otherRaça
dc.subject.otherEducação infantil
dc.subject.otherCultura afro-brasileira
dc.titleA África que existe em nós: uma experiência pedagógica na educação infantil
dc.typeMonografia de especialização
local.contributor.advisor-co1Miriam Lúcia dos Santos Jorge
local.contributor.advisor1Liliane dos Santos Jorge
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9526315090152529
local.contributor.referee1Maria José Batista Pinto
local.description.resumoO presente trabalho relata uma Intervenção Pedagógica realizada em uma Escola Municipal de Educação Infantil (UMEI), da cidade de Belo Horizonte, em uma turma de crianças com idades entre 4 e 5 anos. O trabalho pretendeu contribuir para a inclusão da História da África e da cultura Afro-brasileira no currículo escolar, em referência a lei Federal 10.639/03. Dentre os objetivos do trabalho, pretendeu-se levar as crianças a conhecer e valorizar a cultura afro-brasileira na escola e na sociedade e consequentemente, fortalecer a auto estima e o respeito às diferenças. A intervenção foi dividida em quatro etapas. Na primeira etapa denominada “Por que somos diferentes?”, foram enfocados temas relacionados à família, às diferenças entre as pessoas e ao respeito à essas diferenças. Na segunda fase, “Conhecendo a África”, a tática principal foi em o continente africano e sua localização geográfica, bem como aspectos da história dos africanos que foram trazidos para o Brasil, sem focar muito na escravidão em si, e sim na luta dos negros para a libertação. Já na terceira fase, “Música, capoeira e muita cultura” foram desenvolvidas atividades relacionadas a aspectos da cultura afro, presentes no nosso cotidiano. Para culminar, foi apresentada às crianças a história de um herói negro: Zumbi, líder máximo do Quilombo de Palmares e explicado a relação entre este e o dia 20 de novembro, Dia Nacional da Consciência Negra. Para alcançar os objetivos propostos, utilizamos as seguintes metodologias: rodas de conversa, literatura, atividades artísticas, filme, oficinas e música. Por fim, essa intervenção apontou possibilidades de realização de inúmeras atividades. Conclui-se com isso, que o trabalho com as relações étnico-raciais deve ser um constante dentro da instituição e que há a necessidade de se formar educadores críticos preparados para lidar com a diversidade cultural na escola e conscientes de que é no período que abrange a idade entre zero a seis anos que são lançadas as bases para as aprendizagens futuras e formação da identidade da criança.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programCurso de Especialização em Educação e Docência

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