Palingenias rodrigueanas : a Falecida sob a ótica de Alceste

dc.creatorVania Maria Moragas Ferreira
dc.date.accessioned2019-08-14T01:47:04Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:03:04Z
dc.date.available2019-08-14T01:47:04Z
dc.date.issued2007-03-19
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/ECAP-6ZFKD3
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectTragédia
dc.subjectTeatro brasileiro História e crítica
dc.subjectAristóteles Poetica
dc.subjectTragedia grega Historia e critica
dc.subjectRiso
dc.subjectEurípides Alceste Crítica e interpretação
dc.subjectRodrigues, Nelson, 1912-1980 Falecida Crítica e interpretação
dc.subject.othertragédias
dc.subject.otheranalogias
dc.subject.otherinversões e ou deslocamentos
dc.subject.othertexto antigo e
dc.titlePalingenias rodrigueanas : a Falecida sob a ótica de Alceste
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Tereza Virginia R Barbosa
local.contributor.referee1Teodoro Renno Assuncao
local.contributor.referee1Walter Carlos Costa
local.description.resumoA presente dissertação tem como corpus as tragédias Alceste, de Eurípedes e A Falecida de Nelson Rodrigues. Dois autores que viveram há vários séculos de distância um do outro; e que oferecem para a posteridade obras que apresentam semelhanças e analogias dignas de um estudo cuidadoso.Buscamos demonstrar como Nelson Rodrigues, em A Falecida apropria-se do texto antigo e ainda que a utilização do riso, nas tragédias analisadas, não se dá com a função de criar um momento de descontração e leveza, mas, ao contrário, pra programar uma sucessão de emoções que conduzam para o insólito, o absurdo, o conflito apórico.Através do estudo do riso, como elemento de construção do trágico, verifcamos que a apropriação do texto antigo foi feita a partir de analogias, inversões e ou deslocamentos; verificamos, também , mais perifericamente , a possibilidade de ler essas obras a partir do conceito de tragédia estabelecido na Poética de Aristóteles; para tanto confrontamo-las com os princípios aristotélicos e constatamos a insuficiência dessa teoria para essas obras, concluímos que há muito por fazer da tragédia visto que nem todos os aspectos receberam por parte dos téoricos a mesma importância.
local.publisher.initialsUFMG

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