Força e vulnerabilidade: a precarização das trabalhadoras da saúde no SUS durante a pandemia e os desafios na promoção à saúde e prevenção da violência

dc.creatorHilton Soares de Oliveira
dc.date.accessioned2024-12-12T14:25:29Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:02:23Z
dc.date.available2024-12-12T14:25:29Z
dc.date.issued2024-08-30
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/78627
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/pt/
dc.subjectSaúde Ocupacional
dc.subjectPromoção da Saúde
dc.subjectGestão em Saúde
dc.subjectCOVID-19
dc.subject.othersaúde ocupacional
dc.subject.otherpromoção da saúde
dc.subject.othergestão da saúde,
dc.subject.otherCOVID-19
dc.titleForça e vulnerabilidade: a precarização das trabalhadoras da saúde no SUS durante a pandemia e os desafios na promoção à saúde e prevenção da violência
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Ana Valesca Fernandes Gilson Silva
local.contributor.advisor1Helian Nunes de Oliveira
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/2872805590419095
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4148096863498136
local.description.resumoEste estudo investigou os fatores associados à precarização do trabalho das mulheres na rede SUS de Betim, Minas Gerais, durante a pandemia de COVID-19, e suas implicações para a promoção da saúde e bem como para a prevenção da violência no ambiente de trabalho. Foirealizado um estudo transversal e analítico com todas as trabalhadoras do SUS Betim, no período de março de 2020 a abril de 2021, excluindo-se estagiárias e trabalhadoras afastadas por mais de 180 dias. Os dados foram coletados de sistemas de informação locais, processados em Microsoft Excel e analisados com Stata v18. As variáveis incluíram idade, tempo de admissão, categoria profissional, escolaridade, carga horária, tipo de vínculo, situação laboral, horas extras e cargo. A análise estatística utilizou testes de normalidade, t de Student, Mann-Whitney, qui-quadrado e o teste exato de Fisher, com nível de significância de 5%. A partir da análise de 5.611 trabalhadoras, constatou-se a prevalência da precarização do trabalho, definida pelo tipo de vínculo trabalhista, de 42,68%, o que corresponde a 2.394 trabalhadoras com vínculos precários. A precarização foi mais frequente entre as jovens de 18 a 29 anos e entre profissionais de nível superior, como médicas e enfermeiras. Isso revela uma disparidade preocupante entre a qualificação educacional e a instabilidade no emprego. O estudo identificou que a coexistência de vínculos precários e não precários no mesmo ambiente de trabalho pode gerar tensões internas e afetar a coesão da equipe e a qualidade dos serviços prestados. A instabilidade no emprego e a ausência de benefícios podem contribuir para o aumento do estresse, da ansiedade e da exaustão mental, o que reflete uma maior vulnerabilidade dessas trabalhadoras a condições de trabalho adversas e à violência organizacional. A alta prevalência de vínculos de trabalho precários entre as trabalhadoras do SUS Betim reforça a necessidade urgente de políticas públicas que promovam a estabilidade no emprego, a proteção social e a valorização das qualificações dessas profissionais. Este estudo sublinha a importância de estratégias focadas na promoção da saúde e na prevenção da violência no ambiente de trabalho como pilares fundamentais para o gerenciamento de em saúde, especialmente em tempos de crises sanitárias, como a pandemia de COVID-19.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentMEDICINA - FACULDADE DE MEDICINA
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Promoção de Saúde e Prevenção da Violência

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