O programa nacional de plantas medicinais e fitoterápicos e o processo participativo de implantação de hortas medicinais pelos coletivos de mulheres do MST, no Sul de Minas Gerais

dc.creatorLíbia Góis
dc.creatorMárcia Martins
dc.creatorIberê Martí Moreira da Silva
dc.creatorLídia Maria Góis
dc.creatorSheyla Gomes de Almeida
dc.date.accessioned2023-05-11T20:02:38Z
dc.date.accessioned2025-09-08T22:56:07Z
dc.date.available2023-05-11T20:02:38Z
dc.date.issued2016
dc.description.abstractThis study has identified the required tools to insert two women’s group of The Landless Rural Workers’ Movement (MST) from the South of Minas Gerais, Brazil, into Phytotherapy Programs in the Unified Health System (SUS), with production of medicinal plants. Four meetings were held with representatives of these groups to elaborate a fundraising project with the aim of implanting two agroecological gardens of medicinal herbs. Also, two informal interviews were made with the municipal secretaries of Health about the Phytotherapy Program in the SUS. Some information has been raised about the experience of Phytotherapy in SUS and regulation guidelines and actions set out by the National Policy of Medicinal Plants and Herbal Medicines (PNPMF) were chosen to implant the medicinal plants production and to develop the family agriculture. The obtained financial resources have permitted the implantation of gardens, formation of partnerships to technical capacitation and to increase the visibility of participants. Based on the prior information, a plan was elaborated to describe the three most important challenges: partnerships with gestors, community and institutions (education/research/extension), development of Local Productive Arrangements (APL) and legislation, and actions to be carry out by the groups. In the future, it is expected an increase of studies about production and commercialization of medicinal plants and that the family agriculture participation will be commonly required by Phytotherapy Programs in the SUS. The proximity between universities and rural social movements enables the development of scientific researches and practices with direct and participative interaction of the family agriculture.
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.5216/teri.v6i1.38670
dc.identifier.issn2237-079X
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/53120
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Terceiro Incluído
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAgricultura familiar
dc.subjectEcologia agrícola
dc.subjectMatéria médica vegetal
dc.subjectReforma agrária
dc.subject.otherAgricultura familiar
dc.subject.otherAgroecologia
dc.subject.otherFitoterapia
dc.subject.otherSUS
dc.subject.otherReforma Agrária
dc.titleO programa nacional de plantas medicinais e fitoterápicos e o processo participativo de implantação de hortas medicinais pelos coletivos de mulheres do MST, no Sul de Minas Gerais
dc.title.alternativeThe national policy on medicinal plants and herbal edicines and the participative process on medicinal ardens implantation by a women’s MST group from the south of Minas Gerais, Brazil
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage113
local.citation.issue1
local.citation.spage101
local.citation.volume6
local.description.resumoEsta pesquisa identificou os instrumentos necessários à inserção de dois Coletivos de Mulheres do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra, no sul de Minas Gerais, em Programas de Fitoterapia do Sistema Único de Saúde, com produção de plantas medicinais. Foram realizadas quatro reuniões com esses coletivos para a construção de um projeto de captação de recursos, para a implantação de duas Hortas Medicinais Agroecológicas. Duas entrevistas informais foram realizadas, com secretários municipais da Saúde, acerca do Programa de Fitoterapia do SUS. Foram levantadas, do Programa Nacional de Plantas Medicinais e Fitoterápicos (PNPMF), diretrizes e ações voltadas à produção de plantas medicinais, à inserção da agricultura familiar e regulamentações. Das experiências de Fitoterapia do SUS, foram levantadas informações relacionadas à sua implementação e à participação da agricultura familiar. O Projeto de Implantação de Hortas Medicinais captou recursos financeiros através do edital n°19/2014, do Programa de Pequenos Projetos Ecossociais, o que garantiu: a implantação das hortas, parcerias em capacitações técnicas e visibilidade para os Coletivos. A partir das informações levantadas, foi elaborado um roteiro de planejamento, apresentando os três principais desafios: parcerias com gestores, comunidade e instituições (ensino/pesquisa/extensão), formação de Arranjo Produtivo Local (APL) e legislação, e ações a serem realizadas pelos coletivos. Espera-se um aumento de estudos sobre produção e comercialização de plantas medicinais e que a participação da agricultura familiar seja comumente requerida pelos Programas de Fitoterapia do SUS. A aproximação entre universidade e movimentos sociais do campo, possibilita pesquisas e capacitações técnicas com interação direta e participativa da agricultura familiar.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICA - INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://revistas.ufg.br/teri/article/view/38670

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