Expressões do barro: performances encenadas por mulheres artesãs do Jequitinhonha em diálogo com a natureza, com a vida e com [m]atemática[s]

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Universidade Federal de Minas Gerais

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Neste projeto, aproximamo-nos teórica e metodologicamente do pensamento do segundo Ludwig Wittgenstein em interlocução com a opção decolonial e com ações de educadores (matemáticos). Abrir-nos-emos aos diálogos com artesãs do Jequitinhonha, das comunidades de Campo Buriti e Campo Alegre, na cidade de Turmalina (Minas Gerais, BR). Problematizaremos a questão: como mulheres artesãs se movem em um corpoterritório que emerge por e com práticas artesanais em meio ao cerrado mineiro e à academia? Nessa instância, “olhar os corpos como territórios vivos e históricos que aludem a uma interpretação cosmogônica e política onde vivem nossas feridas, memórias, saberes, desejos, sonhos individuais e comuns (...)” (CRUZ HERNANDEZ, 2017, p.43). Metodologicamente, adotaremos uma análise das práticas socioculturais das artesãs segundo a terapia filosófica de Ludwig Wittgenstein, em uma premissa work in progress assumindo que a “possibilidade de incorporação de acontecimentos de percurso são as ontologias da linguagem” (COHEN, 2016, p.1). Assim, das nuances e dos entremeios do processo de pesquisa, afastar-nos-emos do desejo de aprender a essência das práticas do artesanato do Vale do Jequitinhonha para, então nos aproximarmos delas enquanto jogos de linguagem completos, reconduzindo nosso olhar ao chão das práticas.

Abstract

Assunto

Decolonialidade, Artesanato

Palavras-chave

Corpoterritório, Mulheres, Decolonialidade, Artesanato, Linguagem

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https://www.educacao2023.laboratoriosocial.com.br/anais/trabalhos/anais#C

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