Expressões do barro: performances encenadas por mulheres artesãs do Jequitinhonha em diálogo com a natureza, com a vida e com [m]atemática[s]

dc.creatorRafael Antunes Machado
dc.creatorCarolina Tamayo Osorio
dc.date.accessioned2025-06-02T18:06:50Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:29:53Z
dc.date.available2025-06-02T18:06:50Z
dc.date.issued2023-04
dc.identifier.isbn9786599385179
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/82705
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofCongresso Internacional Multidisciplinar de Educação
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectDecolonialidade
dc.subjectArtesanato
dc.subject.otherCorpoterritório
dc.subject.otherMulheres
dc.subject.otherDecolonialidade
dc.subject.otherArtesanato
dc.subject.otherLinguagem
dc.titleExpressões do barro: performances encenadas por mulheres artesãs do Jequitinhonha em diálogo com a natureza, com a vida e com [m]atemática[s]
dc.typeArtigo de evento
local.citation.epage18
local.citation.issue1
local.citation.spage1
local.description.resumoNeste projeto, aproximamo-nos teórica e metodologicamente do pensamento do segundo Ludwig Wittgenstein em interlocução com a opção decolonial e com ações de educadores (matemáticos). Abrir-nos-emos aos diálogos com artesãs do Jequitinhonha, das comunidades de Campo Buriti e Campo Alegre, na cidade de Turmalina (Minas Gerais, BR). Problematizaremos a questão: como mulheres artesãs se movem em um corpoterritório que emerge por e com práticas artesanais em meio ao cerrado mineiro e à academia? Nessa instância, “olhar os corpos como territórios vivos e históricos que aludem a uma interpretação cosmogônica e política onde vivem nossas feridas, memórias, saberes, desejos, sonhos individuais e comuns (...)” (CRUZ HERNANDEZ, 2017, p.43). Metodologicamente, adotaremos uma análise das práticas socioculturais das artesãs segundo a terapia filosófica de Ludwig Wittgenstein, em uma premissa work in progress assumindo que a “possibilidade de incorporação de acontecimentos de percurso são as ontologias da linguagem” (COHEN, 2016, p.1). Assim, das nuances e dos entremeios do processo de pesquisa, afastar-nos-emos do desejo de aprender a essência das práticas do artesanato do Vale do Jequitinhonha para, então nos aproximarmos delas enquanto jogos de linguagem completos, reconduzindo nosso olhar ao chão das práticas.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0009-0008-0216-3387
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-8478-7845
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - DEPARTAMENTO DE MÉTODOS E TÉCNICAS DE ENSINO
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.educacao2023.laboratoriosocial.com.br/anais/trabalhos/anais#C

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