Silenciamentos de gênero e sexismo na educação profissional e tecnológica

dc.creatorBruna de Oliveira Gonçalves
dc.creatorRaquel Quirino
dc.date.accessioned2022-07-15T19:50:45Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:40:49Z
dc.date.available2022-07-15T19:50:45Z
dc.date.issued2017
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/43340
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartof13º Mundo de Mulheres &fazendo Gênero 11: Transformações, Conexões, Deslocamentos
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectRelações de Gênero
dc.subjectEducação Tecnológica
dc.subjectDivisão sexual do trabalho
dc.titleSilenciamentos de gênero e sexismo na educação profissional e tecnológica
dc.typeArtigo de evento
local.citation.issue13;11
local.description.resumoOs dados do Censo Demográfico do IBGE (BRASIL, 2014) demonstram que, embora tenham mais escolaridade do que os homens, as escolhas das mulheres por determinadas áreas de atuação, em detrimento de outras, originam o fenômeno denominado “segregação horizontal”, na qual a presença delas nas áreas tecnológicas é inexpressiva. Por sua vez, como as profissões de mais prestígio e remuneração no mercado de trabalho são as das áreas mais tecnologizadas, a baixa participação das mulheres nesses setores acarreta outro fenômeno de desigualdade, a “segregação vertical”, na qual os rendimentos femininos ficam aquém dos recebidos pelos homens e elas dificilmente alcançam níveis de prestígio e poder nas carreiras. Adotando o conceito de gênero, proposto por Scott (1986), como uma categoria relacional e, tendo como unidades de análise Cursos Técnicos de Nível Médio do Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais (CEFET-MG), o presente artigo, derivado de uma pesquisa de Mestrado em Educação ainda em andamento, problematiza e visa identificar e analisar, segundo as percepções de alunos e alunas, as relações de gênero e o sexismo presentes na Educação Profissional e Tecnológica. Ampara-se nas prerrogativas de Hirata e Kérgoat (2007), nas quais as relações assimétricas e antagônicas entre homens e mulheres têm sua base material na divisão sexual do trabalho. Destarte procura ultrapassar a análise fenomenológica e a perspectiva simbólica dessas diferenças que se revestem em desigualdades entre os sexos.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttp://www.wwc2017.eventos.dype.com.br/resources/anais/1500150420_ARQUIVO_ArtigoCompletoBruna.pdf

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