Produção e composição química de grãos de sorgo submetidos a diferentes ambientes

dc.creatorJoyce Karoanne Silva Cardoso Caldeira
dc.date.accessioned2025-03-14T20:46:02Z
dc.date.accessioned2025-09-09T01:23:35Z
dc.date.available2025-03-14T20:46:02Z
dc.date.issued2024-12-20
dc.description.sponsorshipFAPEMIG - Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/80661
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectSorgo - Resistência a doenças e pragas - Aspectos genéticos
dc.subjectCereais
dc.subjectSorgo - Experiência de campo
dc.subject.otherProdutividade
dc.subject.otherProteína Bruta
dc.subject.otherRestrição hídrica
dc.subject.otherRendimento de grãos
dc.subject.otherSorghum bicolor (L.) Moench.
dc.titleProdução e composição química de grãos de sorgo submetidos a diferentes ambientes
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Carlos Juliano Brant Albuquerque
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/1647940900228987
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/3501314998927061
local.description.resumoO estudo da produção e composição química dos grãos de sorgo considera características agronômicas como resistência a doenças e tolerância a estresses. Essa abordagem busca aumentar a produtividade e otimizar a qualidade nutricional dos grãos, ampliando seu uso na alimentação humana e animal. Este estudo teve como objetivo avaliar 23 genótipos experimentais e seis comerciais de sorgo em dois ambientes: irrigado e sequeiro. O experimento foi realizado em área experimental no Intituto de Ciências Agrárias da UFMG, em Montes Claros – MG. O delineamento adotado foi em blocos casualizados, com três repetições, totalizando 87 parcelas. Foram analisados o florescimento, a altura das plantas, a produtividade de grãos e o peso de mil grãos. Também foram avaliadas a resistência à antracnose e ao pulgão, além da composição química dos grãos, incluindo proteína bruta, lipídeos, carboidratos, cinzas e taninos. Os dados foram submetidos à análise de variância e ao teste de médias Scott-Knott (5%). As médias foram submetidas à análise de correlação de Pearson. Os genótipos tardios floresceram entre 80 e 85 dias, enquanto os precoces entre 64 e 69 dias. A produtividade foi maior no ambiente irrigado (4,06 t/ha). A antracnose foi mais severa sem estresse hídrico, com 331 e 17B mais resistentes. Os genótipos 234 e 16B tiveram menor infestação de pulgões, mas 16B mostrou maior suscetibilidade ao dano. A proteína bruta variou de 10,25 a 12,37%, indicando o potencial do sorgo na alimentação animal. Houve correlação negativa entre proteína e carboidratos (-0,82**), indicando que genótipos mais proteicos acumulam menos energia. O teor de taninos foi maior em alguns genótipos sem estresse hídrico, e sua correlação positiva com a altura das plantas (0,63**) sugere defesa na defesa contra pragas, o que pode afetar a digestibilidade. Os genótipos mais promissores em ambiente sem estresse hídrico foram VOLUMAX, K200 e 234/17A, devido à alta produtividade, bom peso de mil grãos e composição química equilibrada. Já no ambiente sequeiro, destacaram-se os genótipos precoces, como 234/21A e 270XX/35A. Esses achados sugerem que é possível selecionar genótipos de sorgo que combinem características agronômicas favoráveis e composição nutricional superior, particularmente em condições de estresse hídrico.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentICA - INSTITUTO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Produção Animal

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