Escrevivência sinalizada trajetórias escolares e não escolares de mulheres negras surdas e as contribuições da Lei 10.639/2003

dc.creatorMarina Evaristo dos Santos
dc.date.accessioned2025-02-13T11:03:48Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:30:07Z
dc.date.available2025-02-13T11:03:48Z
dc.date.issued2023-11-29
dc.description.abstractThe concept of writing, as presented in the Introduction of this work, is related to “writing”, “living” and “seeing oneself”. Conceição Evaristo conceived of writing so that the bodies and voices of black women could echo on paper. The author states that “our writing is not to put those in the big house to sleep, but to wake them up from their unjust dreams.” Relating the concept of intersectionality – gender and race – coined by Kimberlé Crenshaw, we can say that both women write about black women and black feminism. This work proposes to echo the voices of deaf black women through Libras, also considering how Law 10.639/2003, regarding racial discussion in basic education, contributed to the construction of identities throughout schooling. The aforementioned Law could encourage the study of black authors in special, bilingual and inclusive schools for deaf students, helping black deaf students and white deaf students to also participate in the anti-racist struggle. In this way, addressing two elements, linguistic and racial, in the educational space. This research dialogues with the principles of black feminism and also considers how black deaf feminism can be used in accessible materials in libras for the application of Law 10.639/2003. In this research, we aim to recognize the place of speech of black deaf women, breaking with the erasure of their bodies and voices, dialoguing with intersectionality: gender and race. The subjects were chosen because they were deaf black women, who were in Basic Education after the approval of Law 10.639/2003 and others, before the approval of the Law, in view of its premise of an anti-racist Education.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/80011
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectBrasil - [Lei n. 10.639, de 09 de janeiro de 2023]
dc.subjectEducação - Relações de gênero
dc.subjectEducação - Relações raciais
dc.subjectEducação - Relações étnicas
dc.subjectNegras - Educação
dc.subjectFeminismo
dc.subjectSurdos - Educação
dc.subjectSurdez
dc.subjectLingua brasileira de sinais
dc.subject.otherInterseccionalidade
dc.subject.otherMulheres negras surdas
dc.subject.otherFeminismo negro surdo
dc.subject.otherSurdez
dc.subject.otherLibras
dc.titleEscrevivência sinalizada trajetórias escolares e não escolares de mulheres negras surdas e as contribuições da Lei 10.639/2003
dc.title.alternativeSigned writing school and non-school trajectories of deaf black women and the contributions of Law 10,639/2003
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor1Libéria Rodrigues Neves
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/6650731475010379
local.contributor.referee1Diléia Aparecida Martins
local.contributor.referee1Natalino Neves da Silva
local.contributor.referee1Nanci Araújo Bento
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/7720329284923598
local.description.resumoO conceito de escrevivência, conforme apresentado na Introdução deste trabalho, está relacionado com “escrever”, “viver” e “se ver”. Conceição Evaristo pensou a escrevivência para que corpo e voz das mulheres negras possam ecoar no papel. A autora afirma que “a nossa escrevivência não é para adormecer os da casa grande, mas acordá-los de seus sonhos injustos.” Relacionando o conceito de interseccionalidade – gênero e raça – cunhado por Kimberlé Crenshaw, podemos dizer que ambas escrevem sobre mulheres negras e feminismo negro. O presente trabalho propõe ecoar vozes através da Libras de mulheres negras surdas, pensando, inclusive, como a Lei 10.639/2003, referente à discussão racial na escolarização básica, contribuiu na construção de identidades ao longo da escolarização. A referida Lei poderia estimular o estudo de autores e autoras negras nas escolas especiais, bilíngues e inclusivas para estudantes surdos, contribuindo para que estudantes negros surdos e brancos surdos possam também atuar na luta antirracista. Desse modo, abordando dois elementos, linguístico e racial, no espaço educativo. Esta pesquisa dialoga com os princípios do feminismo negro e também pensa como o feminismo negro surdo pode ser utilizado em materiais acessíveis em libras para a aplicação da Lei 10.639/2003. Nesta pesquisa temos por objetivo reconhecer o lugar de fala das mulheres negras surdas, rompendo com o apagamento dos seus corpos e suas vozes, dialogando com a interseccionalidade: gênero e raça. Os sujeitos foram escolhidos por serem mulheres negras surdas, que estavam na Educação Básica após a aprovação da Lei 10.639/2003 e outras, antes da aprovação da Lei, tendo em vista sua premissa de uma Educação antirracista.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAE - FACULDADE DE EDUCAÇÃO
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Educação e Docência

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