Estimativas bayesianas da taxa de letalidade do infarto agudo do miocárdio

dc.creatorFernanda Rodrigues Vargas
dc.date.accessioned2019-08-14T16:21:43Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:37:16Z
dc.date.available2019-08-14T16:21:43Z
dc.date.issued2013-05-03
dc.description.abstractThe analysis of the geographical distribution of the incidence of a disease and its relationship with risk factors are sources of relevant information in epidemiological studies and public health. They suggest hypotheses that lead to investigation and to monitoring of the possible causes of the disease. In disease mapping, Bayesian methods are widely used, especially by the possibility of adopting a hierarchical structure for modeling data. The purpose of this dissertation is to estimate the mortality for acute myocardial infarction (AMI) in the Brazilian microregions. Since infarcts are few in small microregions, lethality ends up being poorly estimated in these cases. Thus, we study together another phenomenon associated with mortality, hospitalization for AMI. This phenomenon is more common and this allows the Bayesian model to borrow strength to better estimate the lethality. We analyze jointly the data of hospitalization and mortality due to AMI from Brazilian microregions. We used the shared component model proposed by Knorr-Held e Best (2001) specied by a new formulation here proposed, assessed and validated through a simulation study. We used the INLA (Integrated Nested Laplace Approximations ) method to estimate the model. The smoothed estimates for mortality decreased the effect of random uctuations not associated with risk, making visible the microregions with estimates above the national average. Furthermore, we found that the relationship between mortality and hospitalization rate is nonlinear, having a variability dependency between lethality and the logarithm of the admission rate.
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/BUOS-98KHRK
dc.languagePortuguês
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectEstatistica
dc.subject.otherEpidemiologia espacial
dc.subject.otherMCMC
dc.subject.otherINLA
dc.subject.otherEstatística espacial
dc.subject.otherMapeamento de doenças
dc.titleEstimativas bayesianas da taxa de letalidade do infarto agudo do miocárdio
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Marcelo Azevedo Costa
local.contributor.advisor1Renato Martins Assuncao
local.contributor.referee1Marcelo Azevedo Costa
local.contributor.referee1Francisco Louzada Neto
local.contributor.referee1Marcos Oliveira Prates
local.description.resumoA análise da distribuição geográca da incidência de uma doença e sua relação com fatores de risco são fontes de informações relevantes nos estudos epidemiológicos e de saúde pública, porque sugerem hipóteses que conduzem à investigação e monitoramento das possíveis causas da doença. No mapeamento de doenças os métodos Bayesianos são amplamente usados, principalmente pela possibilidade de adotar uma estrutura hierárquica para a modelagem dos dados. O propósito desta dissertação é estimar a letalidade por infarto agudo do miocárdio (IAM) nas microrregiões brasileiras. Como os infartos são poucos nas microrregiões pequenas a letalidade acaba sendo mal estimada nestes casos. Assim, procuramos estudar conjuntamente outro fenômeno associado com a letalidade, a internação por IAM. Este fenômeno é mais comum e isto permite que o modelo Bayesiano use esta informação para estimar melhor a letalidade. Deste modo, neste trabalho analisamos conjuntamente os dados de internação e letalidade por IAM das microrregiões brasileiras. Para isso utilizou-se o modelo componente compartilhado proposto por Knorr-Held e Best (2001) especicado por uma nova formulação aqui proposta, avaliada e validada através de um estudo de simulação. Usamos o método INLA (Integrated Nested Laplace Approximations ) para estimar o modelo. As estimativas suavizadas para a letalidade diminuíram o efeito das utuações aleatórias não associadas ao risco, tornando perceptíveis as microrregiões com estimativas acima da média nacional. Além disso, vericamos que a relação entre a letalidade e a taxa de internação não é linear, havendo uma dependência da variabilidade entre a letalidade e ologaritmo da taxa de internação.
local.publisher.initialsUFMG

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