Representações Femininas em narrativas de vida protagonizadas por mulheres: uma análise semiolinguística das seções Eu, Leitora e Moi, Lectrice das revistas Marie Claire, Edições Brasileira e Francesa

dc.creatorTatiana Emediato Correa
dc.date.accessioned2021-02-09T22:31:27Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:42:15Z
dc.date.available2021-02-09T22:31:27Z
dc.date.issued2020-11-17
dc.description.sponsorshipCNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/34975
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relationPrograma Institucional de Internacionalização – CAPES - PrInt
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectMarie Claire (Revista)
dc.subjectAnálise do discurso
dc.subjectMulheres Linguagem
dc.subjectMulheres na comunicação de massa
dc.subjectEstratégia discursiva
dc.subject.otherNarrativas de vida; analise do disucrso; mulher; Marie Claire
dc.titleRepresentações Femininas em narrativas de vida protagonizadas por mulheres: uma análise semiolinguística das seções Eu, Leitora e Moi, Lectrice das revistas Marie Claire, Edições Brasileira e Francesa
dc.title.alternativeFemale representations in life narratives starring women: a semiolinguistic analysis of the sections I, reader and Moi, lectrice of Marie Claire magazines, Brazilian and French editions
dc.typeTese de doutorado
local.contributor.advisor1Gustavo Ximenes Cunha
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9576923320530006
local.contributor.referee1Micheline Maedi Tomazi
local.contributor.referee1Janaína de Assis Rufino
local.contributor.referee1Ida Lucia Machado
local.contributor.referee1Luciano Magnoni Tocaia
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/8457139433758346
local.description.resumoSabemos que a mulher é representada em diversos suportes midiáticos e ganha espaço e visibilidade, fazendo emergir uma voz historicamente silenciada. No entanto, as representações sobre a mulher circulantes na sociedade e nesses meios são baseadas em estereótipos enraizados na memória social. Os estereótipos estão presentes quase sempre na sociedade em que o discurso é produzido. O objetivo geral da pesquisa é de apreender a representação da mulher contemporânea na revista Marie Claire brasileira e francesa (de um mesmo ano), a partir da análise dos principais procedimentos linguístico-discursivos de construção das narrativas de vida publicadas nas seções Eu, leitora (versão brasileira) e Moi lectrice (versão francesa) da revista, verificando os papéis narrativos da mulher – vítima, agressora etc –, bem como os papéis narrativos do homem – agressor, aliado etc – nesses relatos. A escolha do corpus analisado se deu por acreditarmos que nesse material há um grande nicho de informações que nos levam para o resultado que mais nos interessa em nossas pesquisas sobre a representação feminina, que é responder à pergunta: qual é a construção da imagem da mulher nos dias de hoje em uma determinada mídia? A escolha do objeto nos permitiu traçar as representações sociais que circulam em um veículo de comunicação, mais precisamente no corpus escolhido pertencente à revista Marie Claire, fazendo uma comparação entre as versões com relação ao gênero feminino e os papéis atribuídos a ele. Na nossa pesquisa, analisamos dois textos extraídos da revista publicados nos anos de 2017 e 2018, pertencentes ao macrotema “relações afetivas”. O corpus completo é composto por 26 textos: 13 extraídos da Marie Claire brasileira e 13 da Marie Claire francesa. Para traçar essas representações, utilizamos a Semiolinguística, do teórico francês Patrick Charaudeau (1983, 1992, 2002, 2008, 2014, 2015a, 2015b, 2016, 2017), partindo de algumas categorias essenciais, tais como o contrato comunicacional e os sujeitos da linguagem, os modos de organização do discurso (principalmente o narrativo e o enunciativo), os imaginários sociodiscursivos e a construção identitária dos sujeitos envolvidos na enunciação. Ademais, buscamos estabelecer um diálogo com outros teóricos das Ciências Humanas. Nossa hipótese de que as diferenças culturais influenciam na forma como a mulher é representada na seção Eu, leitora e Moi, lectrice se confirmou. Através da comparação entre as duas versões, observamos que, na versão brasileira, a figura feminina representada de maneira mais atual em relação aos comportamentos e atitudes perante suas experiências de vida, apesar de existirem também certos posicionamentos conservadores. Já na versão francesa, a mulher é representada mais formalmente, seguindo o conservadorismo de uma sociedade patriarcal como a francesa. Logo, a mulher na revista Marie Claire é representada seguindo o editorial da revista: um folhetim que segue as mudanças e conquistas do gênero feminino, porém com ideias ainda conservadoras presentes na sociedade ocidental.
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFALE - FACULDADE DE LETRAS
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Estudos Linguísticos

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