Geografias portáteis: arte e conhecimento espacial
Carregando...
Arquivos
Data
Autor(es)
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
Descrição
Tipo
Tese de doutorado
Título alternativo
Primeiro orientador
Membros da banca
Luis Alberto Ferreira Brandao Santos
Mabe Machado Bethonico
Maria Ivone do Santos
Ricardo Roclaw Basbaum
Mabe Machado Bethonico
Maria Ivone do Santos
Ricardo Roclaw Basbaum
Resumo
Uma pintura, um objeto, um poema visual: três mapas. Desinstitucinalizados, tais mapas são inexatos quanto à informação científica na medida em que são absolutamente precisos quanto ao discurso da complexidade territorial, numa sobreposição abrupta da cartografia com a geografia intimamente humana. O conflito de escalas - tão longe, tão perto - mobiliza o clássico ponto fixo do olhar que mede o território de fora dele, num vôo seguro e supostamente imparcial. Mas o novo olho móvel não encontra conforto, permanece numa condição deslocada. Nota-se um esforço de habitar o mapa, de invadir as suas linhas geometrizáveis com o ímpeto do corpo e a sua instabilidade. A partir desse prólogo de imagens, vem a pergunta: como a arte contribui na formação de um conhecimento socioespacial? Como pensar uma geografia que seja também uma prática cultural, e não somente um caminho de instrumetalização do espaço a serviço dos interesses do mercado ou do mapeamento de "recursos" - humanos, não humanos, commodities? Milton Santos refletiu sobre a crise de uma geografia que deveria se tornar quantitativa para ser utilitarista. Então, de que qualidades culturais e papéis sociais poderemos falar?
Abstract
Assunto
Epistemologia Arte, Paisagens na arte, Geografia na arte
Palavras-chave
geografia