Geografias portáteis: arte e conhecimento espacial
| dc.creator | Renata Moreira Marquez | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-13T04:12:20Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:06:09Z | |
| dc.date.available | 2019-08-13T04:12:20Z | |
| dc.date.issued | 2009-08-31 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/MPBB-83LGAR | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Epistemologia Arte | |
| dc.subject | Paisagens na arte | |
| dc.subject | Geografia na arte | |
| dc.subject.other | geografia | |
| dc.title | Geografias portáteis: arte e conhecimento espacial | |
| dc.type | Tese de doutorado | |
| local.contributor.advisor1 | Cassio Eduardo Viana Hissa | |
| local.contributor.referee1 | Luis Alberto Ferreira Brandao Santos | |
| local.contributor.referee1 | Mabe Machado Bethonico | |
| local.contributor.referee1 | Maria Ivone do Santos | |
| local.contributor.referee1 | Ricardo Roclaw Basbaum | |
| local.description.resumo | Uma pintura, um objeto, um poema visual: três mapas. Desinstitucinalizados, tais mapas são inexatos quanto à informação científica na medida em que são absolutamente precisos quanto ao discurso da complexidade territorial, numa sobreposição abrupta da cartografia com a geografia intimamente humana. O conflito de escalas - tão longe, tão perto - mobiliza o clássico ponto fixo do olhar que mede o território de fora dele, num vôo seguro e supostamente imparcial. Mas o novo olho móvel não encontra conforto, permanece numa condição deslocada. Nota-se um esforço de habitar o mapa, de invadir as suas linhas geometrizáveis com o ímpeto do corpo e a sua instabilidade. A partir desse prólogo de imagens, vem a pergunta: como a arte contribui na formação de um conhecimento socioespacial? Como pensar uma geografia que seja também uma prática cultural, e não somente um caminho de instrumetalização do espaço a serviço dos interesses do mercado ou do mapeamento de "recursos" - humanos, não humanos, commodities? Milton Santos refletiu sobre a crise de uma geografia que deveria se tornar quantitativa para ser utilitarista. Então, de que qualidades culturais e papéis sociais poderemos falar? | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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