Relação entre governança corporativa e o valor das ações em períodos de crise
| dc.creator | Ana Clara Lacerda de Oliveira | |
| dc.creator | Jacqueline Veneroso Alves da Cunha | |
| dc.creator | João Estevão Barbosa Neto | |
| dc.date.accessioned | 2023-11-16T12:23:59Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-09T00:22:06Z | |
| dc.date.available | 2023-11-16T12:23:59Z | |
| dc.date.issued | 2017-07 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/60986 | |
| dc.language | por | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.relation.ispartof | Congresso USP de Iniciação Científica em Contabilidade | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Governança corporativa | |
| dc.subject | Ações (Finanças) | |
| dc.subject | Crise econômica | |
| dc.subject.other | Governança corporativa | |
| dc.subject.other | Crise | |
| dc.subject.other | Estudo de eventos | |
| dc.title | Relação entre governança corporativa e o valor das ações em períodos de crise | |
| dc.type | Artigo de evento | |
| local.citation.epage | 16 | |
| local.citation.issue | 14 | |
| local.citation.spage | 1 | |
| local.description.resumo | A governança corporativa (GC) se revela importante para um grande número de organizações que almejam melhorar sua imagem no mercado, aumentar a valorização das ações, proporcionar maiores retornos para os proprietários e obter maior transparência nos negócios. Em períodos de crise os investidores tendem a considerar as fraquezas da GC, uma vez que o desempenho das organizações nestes períodos permite esclarecer aspectos da GC que são menos evidentes durante situações econômicas normais. Neste contexto, o objetivo desta pesquisa foi analisar se as empresas optantes pelas boas práticas de governança corporativa tiveram desempenho melhor e/ou igual em relação às empresas do mercado tradicional considerando o período de crise financeira de 2015. A hipótese testada é de que as médias dos retornos nominais e anormais do mercado tradicional, antes da crise e durante a crise são iguais às médias dos níveis diferenciados de governança corporativa. Foi utilizado o estudo de eventos, sendo definida a janela temporal de 10 meses, usando-se os fechamentos mensais de 01/02/2015 a 30/11/2015. Para período anterior ao evento foram utilizados os dados do fechamento mensal de 01/02/2014 a 30/11/2014. A amostra foi composta por 38 companhias do Mercado Tradicional, 23 do Nível 1, 11 do Nível 2 e 122 do Novo Mercado. Com base nas análises dos resultados, pode-se concluir que o mercado brasileiro em época de crise não considerou relevante ou não enxergou o esforço das empresas que voluntariamente adotaram as boas práticas de governança corporativa, principalmente com relação ao Novo Mercado. Desse modo, nota-se que os investidores, não estão dispostos a pagar um valor maior por ações das empresas estudadas em um período de turbulência econômica. | |
| local.publisher.country | Brasil | |
| local.publisher.department | FCE - DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS | |
| local.publisher.initials | UFMG | |
| local.url.externa | http://www.congressousp.fipecafi.org/anais/AnaisCongresso2017/ArtigosDownload/282.pdf |