Os sertões de Euclides da Cunha e a engenharia espetacular do Teat(r)o oficina de José Celso Martinez Corrêa
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Editor
Universidade Federal de Minas Gerais
Descrição
Tipo
Dissertação de mestrado
Título alternativo
Primeiro orientador
Membros da banca
Sara Del Carmen Rojo de La Rosa
Fernando Antonio Mencarelli
Fernando Antonio Mencarelli
Resumo
A presente pesquisa procurou desenvolver uma reflexão sobre a leitura que José Celso Martinez Corrêa fez da personagem Euclides da Cunha e de sua obra Os sertões, criando, assim, uma segunda obra. A peça é dividida em cinco partes A Terra, O Homem I, O Homem II, A Lutas I e A Luta II - cada uma sendo apresentada em um dia, podendo ser vista e analisada como um texto espetacular à parte ou como parte integrada à montagem maior, ou seja, Os sertões do Teatro Oficina. Nesse sentido, o texto dramatúrgico/espetacular de José Celso é analisado como uma leitura/concepção de Os Sertões de Euclides da Cunha, porém situado num contexto pós-moderno, que reproduz, por sua vez, todas as suas contradições e particularidades: as linguagens utilizadas são múltiplas e as fronteiras entre poesia, história e ficção são tênues, quase imperceptíveis. Em ambas as obras não há separação entre arte/vida de seus a(u)tores, elas se completam e criam um efeito de arte como experiência a ser multiplicada
Abstract
Assunto
Teatro brasileiro, Correa, José Celso Martinez, 1937- Crítica e interpretação, Teatro Oficina, Cunha, Euclides da, 1866-1909 Sertões Crítica e interpretação, Critica teatral, Literatura
Palavras-chave
vida, pós-moderno, arte