Os sertões de Euclides da Cunha e a engenharia espetacular do Teat(r)o oficina de José Celso Martinez Corrêa
| dc.creator | Dagmar Patricia Mc Quade Antonacci | |
| dc.date.accessioned | 2019-08-10T11:49:58Z | |
| dc.date.accessioned | 2025-09-08T23:21:30Z | |
| dc.date.available | 2019-08-10T11:49:58Z | |
| dc.date.issued | 2009-12-10 | |
| dc.identifier.uri | https://hdl.handle.net/1843/ECAP-7YMMAX | |
| dc.language | Português | |
| dc.publisher | Universidade Federal de Minas Gerais | |
| dc.rights | Acesso Aberto | |
| dc.subject | Teatro brasileiro | |
| dc.subject | Correa, José Celso Martinez, 1937- Crítica e interpretação | |
| dc.subject | Teatro Oficina | |
| dc.subject | Cunha, Euclides da, 1866-1909 Sertões Crítica e interpretação | |
| dc.subject | Critica teatral | |
| dc.subject | Literatura | |
| dc.subject.other | vida | |
| dc.subject.other | pós-moderno | |
| dc.subject.other | arte | |
| dc.title | Os sertões de Euclides da Cunha e a engenharia espetacular do Teat(r)o oficina de José Celso Martinez Corrêa | |
| dc.type | Dissertação de mestrado | |
| local.contributor.advisor1 | Marcos Antonio Alexandre | |
| local.contributor.referee1 | Sara Del Carmen Rojo de La Rosa | |
| local.contributor.referee1 | Fernando Antonio Mencarelli | |
| local.description.resumo | A presente pesquisa procurou desenvolver uma reflexão sobre a leitura que José Celso Martinez Corrêa fez da personagem Euclides da Cunha e de sua obra Os sertões, criando, assim, uma segunda obra. A peça é dividida em cinco partes A Terra, O Homem I, O Homem II, A Lutas I e A Luta II - cada uma sendo apresentada em um dia, podendo ser vista e analisada como um texto espetacular à parte ou como parte integrada à montagem maior, ou seja, Os sertões do Teatro Oficina. Nesse sentido, o texto dramatúrgico/espetacular de José Celso é analisado como uma leitura/concepção de Os Sertões de Euclides da Cunha, porém situado num contexto pós-moderno, que reproduz, por sua vez, todas as suas contradições e particularidades: as linguagens utilizadas são múltiplas e as fronteiras entre poesia, história e ficção são tênues, quase imperceptíveis. Em ambas as obras não há separação entre arte/vida de seus a(u)tores, elas se completam e criam um efeito de arte como experiência a ser multiplicada | |
| local.publisher.initials | UFMG |
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