Absenteísmo por doença e dimensionamento de pessoal: uma análise das unidades de tratamento intensivo de uma rede de hospitais públicos de Minas Gerais

dc.creatorJair Alves Pereira Filho
dc.date.accessioned2024-01-11T12:59:48Z
dc.date.accessioned2025-09-09T00:26:26Z
dc.date.available2024-01-11T12:59:48Z
dc.date.issued2023-10-18
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/62562
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectAbsenteísmo
dc.subjectRedução de Pessoal
dc.subjectHospitais
dc.subjectCuidados Críticos
dc.subject.otherAbsenteísmo
dc.subject.otherAbsenteísmo por doença
dc.subject.otherSobrecarga de trabalho
dc.subject.otherHospitais
dc.subject.otherUnidade de tratamento intensivo
dc.subject.otherDimensionamento de pessoal
dc.titleAbsenteísmo por doença e dimensionamento de pessoal: uma análise das unidades de tratamento intensivo de uma rede de hospitais públicos de Minas Gerais
dc.typeDissertação de mestrado
local.contributor.advisor-co1Dra. Mônica Viegas Andrade
local.contributor.advisor1Dra. Kenya Valeria Micaela de Souza Noronha
local.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9239617064428614
local.contributor.referee1Jacqueline Saldanha Mendes Costas
local.contributor.referee1Marcia Mascarenhas Alemão
local.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/2941033476073478
local.description.resumoO termo absenteísmo, oriundo do latim absens, significa estar ausente, sendo utilizado para designar a ausência de colaboradores nos locais de trabalho. Quando a ausência ocorre por motivo de saúde é intitulado de absenteísmo por doença. O custo dessa ausência onera as organizações públicas e privadas, no sentido de capacitar, substituir e gerar horas extras, para compensar o trabalho não realizado pelo trabalhador ausente. Diferentes estudos identificaram que o absenteísmo é influenciado pelo sexo, idade, ocupação, nível de responsabilidade e regime de trabalho, local de atuação entre outros. Entretanto, poucos estudos avaliam em que medida a variável absenteísmo está associada a sobrecarga de trabalho e realização de horas extras. Nesse sentido, esta pesquisa tem como objetivo geral avaliar em que medida o déficit de profissionais e a realização de horas extras contribuíram no comportamento da taxa de absenteísmo por doença nas unidades de tratamento intensivo de uma rede de hospitais públicos de Minas Gerais. Por objetivos específicos:1) analisar a evolução da taxa de absenteísmo por doença na unidade de tratamento intensivo, segundo categoria profissional (Médico, Técnico de Enfermagem, Enfermeiro e Fisioterapeuta), de janeiro de 2013 a dezembro de 2019; 2) apurar o custo do absenteísmo por doença na unidade de tratamento intensivo, segundo categoria profissional (Médico, Técnico de Enfermagem, Enfermeiro e Fisioterapeuta); 3) analisar a evolução das taxas de absenteísmo por doença, segundo atributos dos profissionais (sexo, estado civil, idade, renda); 4) descrever e discutir os critérios técnicos utilizados na definição dos parâmetros de recursos humanos que estão dispostos nas regulamentações do Ministério da Saúde (MS) e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) que dizem respeito ao quantitativo de pessoal para unidade de tratamento intensivo adulto, neonatal e pediátrico. 4) analisar a evolução do superávit ou déficit de pessoal por categoria profissional, considerando os instrumentos normativos do Ministério da Saúde e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) que dispõem sobre a necessidade de pessoal para unidade de terapia intensiva adulto, neonatal e pediátrico em uma rede de hospitais públicos do Estado de Minas Gerais. Método: trata-se de um estudo do tipo documental com abordagem quantitativa, descritivo, de corte longitudinal e retrospectivo. O universo da pesquisa é composto por nove unidades hospitalares com unidade de terapia intensiva que, neste estudo, foram codificados de H1 a H9. Resultados: A instituição apresenta dificuldade em manter o quadro estabelecido nos instrumentos normativos do Ministério da Saúde (MS) e ANVISA, registrando quantidade maior de déficit do que superávit de pessoal ao longo do período analisado. A maior taxa de absenteísmo por doença é observada na categoria do técnico de enfermagem, sendo observado o maior percentual no sexo feminino para todas as categorias profissionais analisadas. O custo das ausências corresponde, em média, a 1,46% do total da remuneração dos servidores lotados na UTI adulto, neonatal, pediátrico. A proporção de profissionais realizando horas extras foi mais elevada entre os médicos. No entanto, essa categoria apresentou uma redução significativa nessa proporção, que oscilou de 10,03% em 2013 para 1,56% em 2019. Em 2019, a rede desembolsou, conjuntamente, R$ 1.881.581,07 para o pagamento de horas extras, sendo que, a soma do custo das ausências com o total de horas extras está em torno de 3 milhões de reais por ano. Esse valor corresponde, em média, a 3% do total da remuneração dos funcionários lotados na UTI adulto, neonatal e pediátrica. A associação entre taxa de absenteísmo e horas extras demonstram que o tempo de exposição ao fator estressor (sobrecarga de trabalho) e (frequência de realização de horas extras) interferem no comportamento da taxa de absenteísmo por doença. O produto técnico, contém dois indicadores que poderão ser utilizados na elaboração de ações que visam aperfeiçoar o gerenciamento da força de trabalho na instituição analisada
local.identifier.orcid0000-0003-0706-0009
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentENFERMAGEM - ESCOLA DE ENFERMAGEM
local.publisher.initialsUFMG
local.publisher.programPrograma de Pós-Graduação em Gestão de Serviços de Saúde

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