Reconciliação de medicamentos e potencial de dano dos erros de medicação na admissão hospitalar de pacientes pediátricos

dc.creatorMáyra Rodrigues Fernandes
dc.creatorAna Rafaela Pires Lira
dc.creatorGiulyane Targino Aires Moreno
dc.creatorRonara Camila de Souza Groia Veloso
dc.creatorLívia Pena Silveira
dc.creatorBrígida Dias Fernandes
dc.creatorClarice Chemello
dc.date.accessioned2025-02-11T18:06:46Z
dc.date.accessioned2025-09-08T23:51:50Z
dc.date.available2025-02-11T18:06:46Z
dc.date.issued2023-07-10
dc.description.abstractObjective: To analyze the potential clinical impact of unintended medication discrepancies to which pediatric patients are exposed on hospital admission. Methods: Descriptive observational study, conducted at the pediatric emergency unit of a university hospital, from April to August 2019. The included patients werw aged 28 days to 12 years and werw approached within 48 hours of admission. An interview was carried out with the children and their companions and their prescriptions (home and hospital) were reconciled. The discrepancies found were classified as intentional, intentional undocumented and unintentional. Descriptive analysis was performed to characterize the profile of the sample, unintentional discrepancies and the potential to harm the errors involved. The harmful potential of medication errors was assessed by a panel of eleven specialist pharmacists. Results: 69 patients were included, with a median age of 3 years, 55% male. A total of 252 medications were reconciled, with 53 (21%) involved in medication error. Almost half of the patients 28 (41%) had at least one medication error on hospital admission, with omission being the most prevalent 24 (45%). If these errors had not been detected, 31 (58%) of them could have caused harmful harm to patients (Level 3) and 181 (34%) required further monitoring or intervention to prevent harm (Level 2).Conclusion: The study demonstrates a high frequency of unintended discrepancies that were classified as potential damage in pediatric patients.
dc.format.mimetypepdf
dc.identifier.doihttps://doi.org/10.21527/2176-7114.2023.47.13327
dc.identifier.issn2176-7114
dc.identifier.urihttps://hdl.handle.net/1843/79901
dc.languagepor
dc.publisherUniversidade Federal de Minas Gerais
dc.relation.ispartofRevista Contexto & Saúde
dc.rightsAcesso Aberto
dc.subjectReconciliação de Medicamentos
dc.subjectErros de Medicação
dc.subjectSegurança do paciente
dc.subjectEfeitos Colaterais e Reações Adversas Relacionados a Medicamentos
dc.subjectPediatria
dc.subject.otherReconciliação de medicamentos
dc.subject.otherErros de medicação
dc.subject.otherSegurança do paciente
dc.subject.otherEvento adverso
dc.subject.otherPediatria
dc.titleReconciliação de medicamentos e potencial de dano dos erros de medicação na admissão hospitalar de pacientes pediátricos
dc.title.alternativeMedication reconciliation and potential harm of medication errors in hospital adimission of pediatric patients
dc.typeArtigo de periódico
local.citation.epage13
local.citation.issue47
local.citation.spage01
local.citation.volume23
local.description.resumoObjetivo: Descrever o potencial impacto clínico de discrepâncias medicamentosas não intencionais a que pacientes pediátricos estão expostos na admissão hospitalar. Métodos: Estudo observacional descritivo, conduzido na unidade de pronto atendimento pediátrica de um hospital universitário, no período de abril a agosto de 2019. Foram incluídos pacientes hospitalizados por pelo menos 48 horas, com idades entre 28 dias e 12 anos. Foi realizada uma entrevista com as crianças e os seus acompanhantes e suas prescrições (domiciliares e hospitalares) foram reconciliadas. As discrepâncias encontradas foram classificadas em intencional, intencional não documentada e não intencional. A análise descritiva foi realizada para caracterizar o perfil da amostra, as discrepâncias não intencionais e o potencial de causar dano em razão dos erros envolvidos. O potencial de causar dano dos erros de medicação foi avaliado por um painel de 11 farmacêuticos especialistas. Resultados: Foram incluídos 69 pacientes, com mediana de 3 anos de idade, 55% do sexo masculino. Foram reconciliados 252 medicamentos, dos quais 53 (21%) estavam envolvidos em erro de medicação. Quase metade dos pacientes 28 (41%) teve pelo menos um erro de medicação na admissão hospitalar, com o mais prevalente sendo a omissão 24 (45%). Caso esses erros não tivessem sido detectados, 31 (58%) deles poderiam ter causado danos nocivos aos pacientes (Nível 3) e 18 (34%) exigiram um maior monitoramento ou intervenção para evitar danos (Nível 2). Conclusão: O estudo demonstra alta frequência de discrepâncias não intencionais que foram classificadas como dano potencial em pacientes pediátricos.
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-4135-3131
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0003-2281-2950
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-1334-5791
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-8704-4126
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0001-8576-6096
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-0413-8790
local.identifier.orcidhttps://orcid.org/0000-0002-1234-1561
local.publisher.countryBrasil
local.publisher.departmentFAR - DEPARTAMENTO DE FARMÁCIA SOCIAL
local.publisher.initialsUFMG
local.url.externahttps://www.revistas.unijui.edu.br/index.php/contextoesaude/article/view/13327

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